Empresário Ala Al-Shurbasi acusado de promover prostituição infantil em Luanda
Empresário Ala Al-Shurbasi acusado de promover prostituição infantil em Luanda
Ala Al-Shurbasi

O empresário de nacionalidade jordaniana, Ala Hisham Diab Al-Shurbasi, é suspeito de recrutar crianças para a prática da prostituição, sob o disfarce de agenciamento musical e de moda, em Luanda.

Segundo o Club-K, as crianças são atraídas por meio das redes sociais Facebook e TikTok, nas páginas das empresas SMOOTH (NIF: 5001591258), Júpiter Produções e Urano Record – Prestação de Serviços, LDA (NIF: 5001428829), agências de moda utilizadas como fachada para inserir menores na prostituição.

Ala Hisham Diab Al-Shurbasi e Adérito Gunza Moisés Cassenda, de acordo com as fontes, simulam a realização de castings de modelos, músicos e dançarinos para, posteriormente, selecionar crianças com atributos físicos desejáveis e destiná-las à prostituição.

As fontes relatam que Ala Hisham Diab Al-Shurbasi realizou lives no TikTok, expondo quatro crianças, com cerca de 11 a 12 anos, interpretando músicas com conteúdo ofensivo e impróprio para a idade.

O grupo formado por essas crianças foi denominado “Tropa do Xoco” e é agenciado pelo empresário jordaniano. Em vídeos publicados nas redes sociais, as crianças aparecem em situações que expõem imoralidade e indecência.

As fontes garantem que o acusado utiliza o restaurante “Le Petit Caffé”, localizado no bairro Morro Bento, para expor menores à vista de clientes que têm preferência por crianças entre 12 e 16 anos.

A jurista Lueji Tatiana afirma que essas ações configuram os crimes de prática, promoção, incentivo e facilitação da prostituição, além do crime de lenocínio. A jurista defende que o Ministério Público deve agir para responsabilizar criminalmente os envolvidos.

Informações confiáveis dão conta que a prostituição envolvendo essas crianças ocorre em locais como a Zona da Samba, Benfica e Talatona, especificamente na residência número 2 do bairro Sapú2, onde um grande número de menores se concentra para fins sexuais.

Compartilhar:

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
Twitter
error: Conteúdo protegido