
É inaceitável que num país a sério, o negócio a retalho e os espaços de venda, que seriam para os nacionais, sejam criados para beneficiar estrangeiros.
Pior é que eles montaram uma rede entre os grossistas e os retalhistas estrangeiros para controlarem o mercado, em que os nacionais enfrentam muitas dificuldades até para manter uma cantina.
Com essa estratégia de controle e domínio dos mercados principalmente da panificação, material de construção, bens alimentares, etc. já começam a dominar a nossa economia local.
Em 20 anos, se nada for feito para o fortalecimento do empresariado nacional, apoio aos pequenos investidores locais, criação de ambiente de negócios, cedência de créditos, política claras de defesa aos espaços económicos destinados aos nacionais.
Moçambique hoje quem controla a sua economia são os estrangeiros em todas as etapas, principalmente os árabes e os africanos do oeste, colocando os moçambicanos numa autêntica escravidão moderna. E para os moçambicanos obterem empregos nestas cantinas, as grandes coberturas comerciais, devem converterem-se ao islão.
No nosso caso, pior é que o angolano tem espírito de comerciante. Aliás, vemos a quantidade de zungueiros nas várias cidades do país. Ao inves da polícia ser colocada nas ruas para perseguir os zungueiros angolanos, sofredores como nós, que são empreendedores nacionais e lutam pela sua sobrevivência, porque não vão atrás dos estrangeiros que, mesmo não tendo visto de trabalho, ficam nas cantinas a venderem nas suas calmas?!
As cantinas deve ser negócio dos nacionais. A venda a retalho dos materiais de construção idem. A onde querem nos levar afinal? A sermos escravos modernos dos estrangeiros? Quem tem dinheiro controla a barriga do pobre, e não vamos aceitar que a oportunidade de negócios favorece os estrangeiros em detrimento dos nacionais, principalmente nos negócios a retalho que deve ser da exclusividade dos nacionais para o equilíbrio e bem-estar da economia nacional.
Os nossos irmãos ficam a correr riscos de vida, nas diversas avenidas, como zungueiros enquanto os estrangeiros ocupam os melhores lugares de venda a retalho?
Angola precisa de um governo comprometido com o povo e com as suas lutas diárias. Juntem todos os estrangeiros para serem grossistas e os nacionais para serem retalhistas e organizem o comércio e o negócio informal.
Agrupem os zungueiros em cooperativas, capitaliza o negócio deles. Temos que aprender que todo problema é um grande negócio. E a zunga que movimenta bilhões de kwanzas no mercado informal, não é um problema é um grande negócio que o Executivo pode usar para arrecadar muito dinheiro aos cofres do Estado e eu posso provar isso!!!
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