
A 7 de Outubro de 2023, Israel, uma nação de paz, foi pisoteado e provocado por um bando de terroristas do Hamas, deixando um saldo de mais de 1.250 mortos, pessoas que nada têm a ver com as diferenças ideológicas que se arrastam há séculos.
Os terroristas do Hamas, depois da festança de matança de inocentes – nem bebés foram poupados – arrastaram para o seu covil, em Gaza, mais de duas centenas de reféns de várias nacionalidades, para continuar a saborear o clamado “efeito heróico” da chacina.
O mundo ficou quase em silêncio. Os seus aliados árabes festejaram e esfregaram as mãos, enaltecendo estes actos repudiáveis em todos os termos. A União Europeia condenou de boca, mas aplaudiu no coração, como tantos outros que esperavam que Israel e o seu governo entrassem em estado de medo profundo.
Felizmente, a resposta não tardou. Israel respondeu da forma mais dura possível, para defender a memória das suas vítimas, como fizera com os nazis de Adolf Hitler.
Varreu território por território, eliminando os organizadores desta matança e alguns dos seus aliados. O mundo e a União Europeia acordaram e apontaram o dedo à vítima (Israel), acusando-a pela sua reacção.
Claro, como em todas as guerras, lamentavelmente morreram também inocentes – incluindo jornalistas, alguns deles colaboradores directos dos terroristas do Hamas – que reportavam o cenário. Mataram-se vários terroristas e desmantelaram-se as suas células. Virou problema.
Surreal. Os aliados dos terroristas do Hamas aplicaram sanções absurdas contra os líderes de Israel. Falaram em genocídio pelo tom da resposta. Mas ninguém, absolutamente ninguém, ouviu os gritos das vítimas que o Hamas deixou no solo israelita, nem em Gaza.
Claro. É normal que as vítimas do Hamas sejam mortas como se de animais se tratassem. Mereciam morrer da forma que morreram. Não eram humanos. Não tinham famílias nem sentimentos. Mas as vítimas da guerra originada pelo próprio Hamas são mais humanas do que aquelas que morreram no dia 7 de Outubro de 2023.
O bando – a União Europeia e companhia – influenciou o presidente norte-americano Donald Trump a travar a resposta assertiva de Israel, depois de as suas sanções absurdas não surtirem os efeitos desejados.
Foram, na última plenária da ONU, dar carta branca aos terroristas do Hamas para efectivarem a criação de um Estado terrorista. Votaram sorridentes, com abraços à mistura. Cuspiram na memória das vítimas que o Hamas deixou para trás. Abriram vinhos e uísques dos mais caros possíveis para festejar.
Israel aceitou o acordo, no sentido de recuperar os poucos reféns que ainda respiram o inferno sob os cativeiros do Hamas. Abaixou a guarda para recuperar energias. Aceitou libertar terroristas que haviam sido julgados e condenados no seu território.
Agora veio o pior: o Hamas, o “santo” da União Europeia e companhia, começou a matar os próprios cidadãos palestinianos que supostamente eram mortas pelas bombitas do Israel.
Agora, os aliados do Hamas, amantes do terrorismo, vieram ontem a público condenar a nova chacina que se regista em Gaza e noutras partes do território palestiniano, mostrando, mais uma vez, a sua insignificância.
A Alemanha e a França, amantes do terrorismo – pois ainda têm saudades do colonialismo, quando matavam negros a seu bel-prazer –, condenaram as execuções sumárias dos últimos dias realizadas na Faixa de Gaza pelo movimento islamita Hamas. Os dois países consideraram tratar-se de “terrorismo contra a população”.
Em Berlim, o Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão condenou as execuções sumárias de membros de alegados grupos rebeldes, acusados de colaborar com Israel, realizadas pelo Hamas e cujas imagens têm circulado na Internet nos últimos dias.
O porta-voz do ministério, Josef Hinterseher, afirmou que, com estas execuções públicas, o Hamas pretende enviar uma mensagem à população e intimidá-la para que renuncie a qualquer tendência “de autodeterminação”.
Já o Ministério dos Negócios Estrangeiros francês disse que nos últimos dias, circularam nas redes sociais vários vídeos que mostram a execução de pessoas com as mãos atadas, os olhos vendados e alinhadas lado a lado por homens armados, perante dezenas de pessoas.
Resumindo: esta gente não sabe o que quer. Condenaram Israel por se defender dos terroristas do Hamas. Agora condenam o Hamas por fazer o seu trabalho, que é matar inocentes em nome de Alá.
Sandinga! Seus confusos.