Morreu o diplomata angolano Rui Mangueira aos 63 anos em Espanha
Morreu o diplomata angolano Rui Mangueira aos 63 anos em Espanha
rui mangueira

O embaixador e antigo ministro da Justiça, Rui Jorge Carneiro Mangueira, faleceu esta terça-feira, em Pamplona, no Reino de Espanha, aos 63 anos, vítima de doença, anunciou o Ministério das Relações Exteriores (MIREX).

Em nota oficial, o MIREX manifestou “profunda consternação e dor” pela morte do diplomata, destacando o seu percurso como servidor público de elevado mérito e a sua dedicação à causa nacional.

Rui Mangueira desempenhava, até recentemente, funções como embaixador de Angola no Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte, cargo que constitui uma das suas últimas responsabilidades públicas de relevo na carreira diplomática.

Ao longo do seu mandato, foi reconhecido pela capacidade de representação do país, promoção dos interesses nacionais e diálogo nos meios internacionais.

Antes da carreira diplomática, o malogrado exerceu funções como ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, tendo também passado pelo cargo de secretário de Estado das Relações Exteriores.

No sector financeiro, destacou-se igualmente como presidente do Conselho de Administração do Banco de Fomento Angola (BFA), deixando, segundo várias referências institucionais, contributos importantes para o fortalecimento das instituições.

A sua trajectória foi marcada por uma presença activa tanto na administração pública como no sector corporativo, sendo amplamente reconhecido pelo seu sentido de Estado, competência profissional e integridade.

Reagindo à notícia, o político Higino Carneiro lamentou a morte de Rui Mangueira, considerando que Angola perde “um dos seus mais insignes filhos”.

Destacou ainda o percurso do diplomata como jurista e figura de destaque em várias funções públicas, incluindo a representação do país no Reino Unido e nos Emirados Árabes Unidos.

Neste momento de luto, o Ministério das Relações Exteriores endereçou condolências à família, amigos e colegas, sublinhando que a memória de Rui Mangueira permanecerá como exemplo de dedicação, patriotismo e serviço ao país.

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