Ministério da Saúde proíbe medicamento Simulect por suspeitas de falsificação
Ministério da Saúde proíbe medicamento Simulect por suspeitas de falsificação
minsaa

O Ministério da Saúde proibiu em todo o país a importação, distribuição, comercialização e consumo do medicamento injectável Simulect, lote SFYD2, por suspeitas de falsificação, anunciou hoje a Agência Reguladora de Medicamentos e Tecnologias de Saúde (ARMED).

A decisão consta de um comunicado divulgado esta quinta-feira, em Luanda, na sequência de um alerta emitido pelas regiões africana e europeia da Organização Mundial da Saúde sobre a circulação de medicamentos falsificados.

Segundo a nota, a medida visa “salvaguardar a saúde pública e prevenir riscos associados ao uso do referido produto”.

O comunicado determina que todas as entidades públicas e privadas que possuam o lote SFYD2 do medicamento não devem proceder à sua dispensa ou administração, devendo efectuar imediatamente o inventário e a devolução ao importador ou distribuidor autorizado.

Os importadores e distribuidores foram igualmente orientados a proceder, “com urgência”, à recolha do medicamento no mercado e a comunicar o facto à ARMED, para cumprimento das formalidades legais e regulamentares.

A agência reguladora recomenda ainda que os cidadãos que estejam na posse do medicamento interrompam de imediato o seu uso e procurem orientação médica, sobretudo em casos de reacções adversas, efeitos colaterais inesperados ou sinais de ineficácia terapêutica.

O documento refere também que os profissionais de saúde devem comunicar ao Sistema Nacional de Farmacovigilância quaisquer casos relacionados com a detecção do produto falsificado, bem como reacções adversas e falhas terapêuticas associadas à sua administração.

O Ministério da Saúde reafirmou o compromisso com a protecção da saúde pública e apelou à colaboração de todos na denúncia e prevenção da circulação de medicamentos falsificados em Angola.

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