Caso Rufino Júnior: Presidência dá mão à palmatória e aponta dedo a Francisco Neto
Caso Rufino Júnior: Presidência dá mão à palmatória e aponta dedo a Francisco Neto
Jl e morto

Desta vez a senhora ‘culpa’ não morreu solteira. Face a notícia divulgada ontem (quinta-feira, 16), pelo Imparcial Press, sob o título: “Presidente da República reconduz ao cargo dirigente que morreu há mais de 2 anos“, a Secretaria para os Assuntos de Comunicação Institucional e Imprensa do Presidente da República esclareceu hoje, sexta-feira, 17, o imbróglio, atribuindo a responsabilidade ao secretário para os Assuntos Jurídicos e Judiciais do Presidente da República, Francisco João de Carvalho Neto.

A nota (curta e objectiva) publicada hoje na página do Facebook da Presidência da República, pela Secretaria para os Assuntos de Comunicação Institucional e Imprensa do PR – dirigida pelo antigo director-geral do Jornal de Angola, Luís Fernando – informa o seguinte:

Leva-se a conhecimento público que a divulgação ontem de um diploma com o nome de um antigo administrador do Caminho de Ferro de Luanda já falecido foi de única e exclusiva responsabilidade do Secretário para os Assuntos Jurídicos e Judiciais do Presidente da República.

De realçar que o Presidente da República, João Lourenço, procedeu ontem a recondução (exonerou e depois nomeou) ao cargo de administrador não executivo do Conselho de Administração da empresa do Caminho de Ferro de Luanda, E.P, um cidadão que faleceu há quase três anos.

Segundo os dados em posse do Imparcial Press, o cidadão em causa, que respondia pelo nome de Rufino Manuel da Conceição Júnior, faleceu a 30 de Setembro de 2020, vítima de doença, em Luanda.

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