Agostinho Van-Dúnem e a promiscuidade na Embaixada de Angola nos EUA
Agostinho Van-Dúnem e a promiscuidade na Embaixada de Angola nos EUA
Agostinho Van Dunem

Diferente do antigo embaixador Joaquim do Espírito Santo, o Agostinho Van-Dúnem prefere que as funcionárias da Embaixada o tratem como o “Papy” ou “Papito”.

Tem havido vários descontentamentos por parte das funcionárias da embaixada, devido a promiscuidade deste embaixador, que impõe que as funcionárias façam sessões de fotografias obscenas em pleno período laboral.

A embaixada de Angola nos Estados Unidos da América se tornou um clube fotográfico, entre o embaixador e as suas funcionárias, algumas delas são casadas e com responsabilidades familiares.

Estas senhoras são colocadas em situações totalmente desconfortáveis e sem profissionalismo de maneira obrigatória, sob pena de perderem os seus postos de trabalho.

O Papito exige que as funcionárias exponham-se em sessões fotográficas durante o período laboral de maneiras a apetrechar o seu repertório fotográfico, assessorado pelos seus secretários Geovani Costa e Gilberto que fazem as fotografias e dizem como as senhoras devem se posicionar.

Estas senhoras deixam os seus afazeres laborais para responderem aos anseios promíscuos de Papito, que estranha a função de embaixador pela primeira vez.

O Agostinho Van-Dúnem, aka “Papito” ou “Papi”, no dia alusivo as mulheres, o dia 8 de Março, o mesmo como já tem sido prática, usou os seus dois assistentes, para juntarem senhoras novamente de forma coerciva e posarem novamente em fotografias, para elogiarem o embaixador, quando seria ao contrário o embaixador oferecer flores ou tecer algumas palavras encorajadoras as senhoras, na companhia de outros colegas da missão diplomática.

O Papito excluiu todos os funcionários (homens) da embaixada para não se fazerem presentes nas fotografias, para estar somente ele no meio de todas as funcionárias numa sessão fotográfica, e sem a presença de sua esposa, a embaixatriz.

De acordo com dois esposos de funcionárias da embaixada, irão remeter um documento ao governo de Angola sobre este acto sem perfil do Papito. As senhoras poderiam até mostrar-se felizes nas fotos mas, sentem-se violadas a sua privacidade e a moral.

O que quero apelar a este diplomata júnior, é que EUA não é Angola. Neste país as leis funcionam e pode vir a ser processado por actos de infantilidade. Pode ser parado quanto menos ele espera.

O facto deste exercer o cargo de embaixador não significa que deve ser embaixador na vida das funcionárias. Aqui, aproveita para reforçar que uma das suas secretárias já está quase divorciada do esposo devido aos actos de promiscuidade deste embaixador em tão pouco tempo.

Esta secretária esteve em Angola numa missão ao acompanhar uma delegação americana, juntamente com o mesmo Papito.

Os ministros conselheiros da embaixada, Mbaxi e Evaristo, que detêm de muita experiência a nível diplomático e de contra-inteligência, chegaram aconselhar o Papito, mas este não ouve os seus conselheiros, mas dá mais ouvidos a um segundo secretário, João de Almeida, que nem é e nunca foi diplomata, mas sim levado por ele a Washington por trocas de favores.

O Van-Dúnem para além destas suas intenções, gaba-se aos corredores da Embaixada e da comunidade de que tenha sido apontado a dedo pelo Presidente João Lourenço, pela sua competência, para substituir o incompetente embaixador Joaquim do Espírito Santo, actualmente turista em Washington DC.

O embaixador tem afirmado que tem sido muito elogiado pelo gabinete Presidencial, pelo facto de que em menos de 6 meses após a sua chegada a Washington DC, fez acontecer o tão esperado encontro entre o Presidente angolano e o Presidente americano, e levou vários secretários americanos para Angola em tão pouco tempo. Por isso, afirma que uma possível exoneração prematura será impossível.

O embaixador que também já foi apelidado de Lionel Messi, não tem priorizado o trabalho junto da comunidade, visto que priorizou apenas um encontro virtual com a comunidade. Não se sabe se tem algum medo de enfrentar a comunidade angolana nos EUA e no Canadá.

O mesmo deslocou-se à Flórida com a intenção de se encontrar com a comunidade angolana, mas tudo isso, porque priorizou o casamento em que foi convidado pelo embaixador de Angola na Missão Permanente, o então Francisco da Cruz, e preferiu juntar o útil ao agradável.

A sua incompetência fez com que o mesmo trabalhe com três assistentes/secretárias no seu gabinete, sendo um dos quais sobrinho de sua esposa, sem qualquer experiência e nem domínio da língua.

O embaixador prefere que a Embaixada funcione sem recepcionista, uma vez que a recepcionista também foi para o gabinete do mesmo.

Ainda nesta senda de nepotismo, o embaixador tem alguns familiares da esposa, com categorias diplomáticas. Estes mesmos familiares demonstram a incapacidade de trabalharem no país acreditado pela falta de domínio da língua inglesa, e experiência diplomática, tudo por questão de oportunidade, num momento em que o Presidente da República não é a favor do nepotismo.

A falta de liderança do embaixador Agostinho Van-Dúnem leva o não respeitar as categorias diplomáticas na Embaixada. Os que têm categoria mais baixa, podem representá-lo em cerimónias oficiais, ignorando os ministros, conselheiros e conselheiros na Embaixada.

A falta de salários na embaixada tem muito a ver com o excesso de diplomatas. Quando o embaixador Agostinho Van-Dúnem foi nomeado levou consigo mais de sete diplomatas, onde estão incluídos os familiares da esposa, ou seja, o sobrinho e a sobrinha incompetentes e sem experiência.

Todos esses diplomatas devem ter casas, carros, e seguros para eles e suas famílias, tudo isso pago com os duodécimos trimestrais. Por este motivo, até hoje a embaixada está de rastos, sem dinheiro.

Por norma, ele tinha que esperar o fim de missão aos diplomatas mais antigos, e posteriormente pedir para nomear os que ele levou, mas fez tudo diferente e muito mal, porque o mesmo afirma que foi nomeado a dedo pelo Presidente João Lourenço, uma vez que é do Comité Central do MPLA.

Mesmo tendo essa falta de dinheiro, continua a receber o ex-embaixador Joaquim do Espírito Santo, que esteve presente em Washington DC ainda no mês de Fevereiro de 2024.

Sempre que o ex-embaixador chega a Washington DC, tem sido dispensado sempre um funcionário da Embaixada para o acompanhá-lo, e mimá-lo, uma vez que este anterior embaixador foi tido como os dos mais mimosos que já passou naquela Embaixada, de acordo com uma das suas ex-secretárias.

Sabe-se que o embaixador Agostinho Van-Dúnem esteve em Angola também para pedir dinheiro à ministra das Finanças e poder subir a percentagem salarial a 1000%, porque acredita que o governo manda menos subsídios em relação a Nova Iorque e Houston.

O governo de Angola deve nomear para os Estados Unidos de América embaixadores idóneos, responsáveis, que pensam no bem estar dos funcionários, competentes, e que estão dispostos a trabalhar de boa forma com o país acreditador, sem criar escândalos, e respeitar as senhoras.

O governo de Angola deve mandar embaixadores com vontade de trabalhar com a comunidade, tudo parece que este embaixador e os diplomatas que com ele trabalham no seu consulado, demonstram medo de enfrentar a comunidade nos EUA.

O Presidente da República quer uma diplomacia mais consular, contacto com as comunidades, mas, infelizmente, o nosso embaixador prioriza mais os eventos para os funcionários da embaixada na sua residência, onde jogam danças das cadeiras e consomem bebidas caras.

A prioridade deste embaixador começou nas festas, não se sabe se quando andou em Angola lá não dançava, não comiam e não bebiam. E como resultado, os funcionários pagam com a falta de salário devido a sua irresponsabilidade.

Tudo por uma Embaixada de Angola, mais patriótica e menos promíscua.

Os denunciantes

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