Artur de Almeida e Silva diz que houve anomalias no processo eleitoral da FAF
Artur de Almeida e Silva diz que houve anomalias no processo eleitoral da FAF
pres FAF

O presidente cessante da Federação Angolana de Futebol (FAF), Artur de Almeida e Silva, denunciou ontem, sábado, em Luanda, que houve registo de “algumas anomalias” durante o processo eleitoral, em que foi derrotado pelo candidato Alves Simões.

Em declarações sábado à imprensa, na sede da FAF, reagindo ao resultado das eleições, ganhas por Alves Simões, pela lista B, Artur de Almeida disse que o pleito foi dinâmico embora existido alguma anormalidade, sem contudo avançar quais.

“Admitimos a derrota, é um processo e nós saímos de consciência tranquila porque demos o nosso melhor. Mas é preciso manter o equilíbrio existente porque temos posições consolidadas na CAF e na FIFA”, referiu o concorrente pela lista C.

A nova gestão da FAF deve olhar para a modalidade em todo o país, num trabalho de continuidade, apontou o presidente cessante da instituição, Artur de Almeida e Silva, que concorreu pela terceira vez, após liderar a instituição nos mandatos de 2016 – 2020 e 2020-2024 -.

No seu programa de trabalho, Artur de Almeida e Silva prometia o saneamento  administrativo e financeiro da FAF, bem como a implementação de programas inacabados para a expansão do futebol no país.

De salientar que, o presidente cessante da FAF foi condenado, em Maio de 2015, pelo Tribunal Provincial de Luanda (actualmente designado Tribunal de Comarca de Luanda), a uma pena (suspensa) de dois anos de prisão (vide aqui: Presidente cessante da FAF condenado a dois anos de prisão por furto de um bilião de kwanzas da conta bancária da UNITEL).

A condenação resulta da sua participação num esquema de furto doméstico, que envolveu o desvio de um bilião de kwanzas da conta bancária da UNITEL, uma das principais empresas de telecomunicações em Angola, fundada pela empresária Isabel dos Santos.

O caso, identificado pelo processo n.º 927/12 e julgado na 7.ª Secção da Sala dos Crimes Comuns, teve origem em 2012, quando se verificou a transferência ilícita do montante.

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