Belarnício Muangala defende subvenção de novas rotas aéreas nacionais
Belarnício Muangala defende subvenção de novas rotas aéreas nacionais
Belarnício Muangala

O presidente da Comissão Executiva (PCE) da Fly Angola, Belarnício Muangala, defendeu a subvenção de algumas rotas aéreas nacionais, que não seja apenas entre Luanda, para dinamizar a mobilidade e fomentar o turismo.

Belarnício Muangala entende que “a expansão de serviços subvencionados para diferentes rotas nacionais, como, por exemplo, ligações entre Cabinda com as outras parcelas do país, podem contribuir para o desenvolvimento económico nacional.

Com a aplicação deste incentivo, considerou, poderá observar-se grandes apostas em novos investimentos, bem como benefícios económicos na vida da população.

“Portanto, é essencial que se implemente uma reforma significativa nos processos e na estratégia de desenvolvimento aeroportuário em Angola para melhorias concretas e o aproveitamento pleno das infra-estruturas disponíveis pelas companhias”, ressaltou.

Fly Angola quer dinamismo na gestão aeroportuária do país

O sector Aeroportuário precisa de aplicar novas dinâmicas no tratamento dos processos e estratégias de desenvolvimento para aproveitar em pleno as infra-estruturas disponíveis no país, defendeu, segunda-feira, em Luanda, o presidente da Comissão Executiva (PCE) da Fly Angola, Belarnício Muangala.

Belarnício Muangala apontou a morosidade e burocracia, que ainda existe neste segmento de transporte, como o principal obstáculo para o incumprimento do projecto de ligação aérea entre Lubango e Windhoek, que a empresa prevê explorar.

Para o gestor, a nova rota irá promover e facilitar a expansão comercial, impactando positivamente no crescimento económico de ambos os países. “A ausência de uma estratégia clara e eficaz a este respeito tornam esta ligação difícil e impossível”, disse.

Segundo o PCE, apesar da grande vontade da companhia e do Estado namibiano em tornar esta rota funcional, do lado angolano, além do processo de certificação do aeroporto do Lubango (Huíla), que já leva alguns anos, a FLY Angola aguarda, também, a confirmação do “regime de excepção” na rota para poder executar os serviços. Para o gestor, é fundamental receber todas as autorizações necessárias.

Frequência de voos

A companhia aérea faz regularmente em dois percursos, nomeadamente Luanda/Cabinda e Luanda/São Tomé e Príncipe. Em relação a Cabinda, por ser uma rota subsidiada pelo Estado angolano, a procura é enorme, facto que obrigou a aumentar a frequência dos voos de 10 por semana para três por dia.

A expansão de subsídio para outras rotas que não seja apenas Luanda, disse, permitiria ligar Cabinda a outras capitais de província, e esta medida ajudaria a fomentar a mobilidade, o turismo e o desenvolvimento económico em todo o país, beneficiando directamente a população e incentivando novos investimentos.

Relativamente a São Tomé, a rota não observava fluxo aéreo, e durante anos teve apenas uma frequência semanal, o que fez com que muitos angolanos “se esquecessem deste destino de menos de duas horas de voo”.

in JA

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