Cabinda: SG do Bloco Democrático aborda com a sociedade civil sobre as autárquias
Cabinda: SG do Bloco Democrático aborda com a sociedade civil sobre as autárquias
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O Bloco Democrático está a realizar desde o dia 14 até o dia 21 deste mês, uma intensa jornada política e de trabalhos na província de Cabinda, com objectivo de, entre outros assuntos, expandir as suas acções de mobilização, organização e reestruturação do partido no enclave.

De acordo com o Secretário Geral daquele partido, Muata Sebastião, que lidera a comissão que se deslocou à Cabinda, a sua força política tem na agenda vários encontros com a sociedade civil local e entidades religiosas, tradicionais e políticas.

O objectivo é abordar com a comunidade local a visão do Bloco Democrático sobre a situação de Cabinda e a importância da institucionalização das autarquias locais.

“Esta agenda contempla questões internas, mas também tem uma vertente importantíssima que é o contacto com a sociedade civil, entidades religiosas e tradicionais. Estão previstas várias audiências, como é o caso do Bispo da diocese de Cabinda [da igreja católica], o representante da igreja Baptista, assim como também a igreja Tocoísta”, disse o político.

Da agenda do secretário geral do BD, consta ainda trabalhos internos do partido relativos a renovação de mandatos a nível das estruturas do seu partido no enclave.

Será realiza a 3ª Assembleia para eleição de novos corpos sociais, assim como a criação de órgãos deliberativos como o Conselho Provincial e a Comissão Provincial de Jurisdição e Fiscalização.

A jornada da terceira figura mais importante da direcção do Bloco Democrático termina no próximo dia 21, estando no dia anterior, 20 de Agosto, prevista uma palestra subordinada ao tema “Importância das autarquias face ao diferendo de Cabinda”.

“Cabinda é uma questão específica e tem uma abordagem própria”, afirmou o Muata Sebastião que vai partilhar com a sociedade civil local a visão do BD sobre a situação política de Cabinda.

De acordo com o político, o debate visa reforçar a ideia sobre as autarquias em Angola. “Porque para o momento que vivemos há toda uma necessidade do país partir para realização e institucionalização do poder local”, rematou.

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