Caso drogas: Fernando Receado na mira da DEA
Caso drogas: Fernando Receado na mira da DEA
Receado e DEA

As recentes denuncias sobre o envolvimento do actual director geral adjunto do Serviço de Investigação Criminal, Fernando Manuel Bambi Receado, no tráfico de drogas pesadas (cocaína e não só), em Angola, despertou as atenções da Drug Enforcement Administration (DEA), um órgão federal do Departamento de Justiça dos Estados Unidos de América (EUA), encarregado da repressão e controle de narcóticos.

Segundo “África Monitor”, Fernando Receado está ser conotado a uma rede de narcotráfico que supostamente existe no próprio SIC. Além de drogas, lhe-é atribuída outros negócios ilícitos como a exportação clandestina de combustível – pelos conhecidos caminhos fioti – para a República Democrática do Congo.

De acordo com as informações, um funcionário do Departamento de Estado dos EUA terá comentado que o narcotráfico em Angola está a “suscitar preocupações”, incluindo a forma (considerada benevolente) com que as autoridades passaram a lidar com tal realidade.

A nomeação de Fernando Receado foi proposta pelo ministro do Interior, Eugénio César Laborinho. Comentam-se em backstage que os dois responsáveis são sócios em vários negócios particulares.

A par de suspeitas sobre a sua probidade, Receado está supostamente ser investigado – num processo instaurado pela autoridades angolanas (SINSE e a Procuradoria Geral da República), com base as acusações que o implicam numa rede de tráfico de droga. Antes de ser nomeado, Fernando Receado era director provincial do SIC em Luanda, principal centro do narcotráfico.

A sua postura, perante as graves acusações que pesam contra si, ditará nos próximos tempos se o director geral adjunto do Serviço de Investigação Criminal poderá entrar ou não no território norte-americano.

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