Comissário Gomes Bonda acusado de transformar seu gabinete em prostíbulo
Comissário Gomes Bonda acusado de transformar seu gabinete em prostíbulo
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O poder, por vezes, revela facetas inesperadas. O director nacional de Planeamento e Finanças do Comando Geral da Polícia Nacional, comissário Gomes Baptista Bonda, que se autoproclamou bilionário, está agora no centro de um novo escândalo explosivo.

Fontes do Imparcial Press denunciam que o alto oficial da corporação teria transformado o seu gabinete num verdadeiro prostíbulo, onde mantém relações sexuais com as suas subordinadas em plena sede da instituição.

Entre as mulheres apontadas como suas favoritas, destaca-se Claudete Demba, sua secretária, que, segundo informações, foi recentemente presenteada com um luxuoso apartamento em Luanda.

A generosidade do comissário Gomes Bonda, no entanto, não se limita apenas a Claudete. Outras amantes sorteadas são as subinspectoras Maria Mateus e Tânia Cussetana.

Tânia Cussetana, por exemplo, teria recebido um veículo como presente do comissário Bonda, além de ter todas as suas despesas de viagem privadas cobertas por ele.

Essa relação de proximidade e privilégio entre o oficial e as suas subordinadas levanta sérias suspeitas sobre a conduta ética dentro do Comando Geral da Polícia Nacional.

Vale salientar que o ambiente de escândalo que envolve o nome do comissário Gomes Bonda não é novo. Seu estilo de vida luxuoso e sua ascensão meteórica dentro da corporação já vinham despertando atenção.

No entanto, as recentes acusações trazem à tona questões mais profundas sobre a integridade dentro das forças de segurança e o impacto desse tipo de conduta na moral e disciplina da Polícia Nacional.

Diante da gravidade das alegações, cresce a pressão para que os casos seja investigados de forma rigorosa pelas entidades competentes.

Se comprovadas as acusações, além de ferir os princípios éticos da corporação, a conduta do comissário poderá configurar abuso de poder, nepotismo e até desvio de recursos públicos.

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