Deputados da 4.ª Comissão da AN detectam ‘deficiências’ administrativas em Benguela
Deputados da 4.ª Comissão da AN detectam ‘deficiências’ administrativas em Benguela
Paulo de carvalho

O vice-presidente da 4.ª Comissão da Assembleia Nacional, Paulo de Carvalho, reconheceu, segunda-feira, 08, em Benguela, que as administrações municipais estão muito aquém no que respeita à satisfação cabal de anseios dos cidadãos, embora se tenha escusado de avançá-las. O parlamentar, que fala mesmo em “deficiência”, diz que vão apresentar soluções, no sentido de se ultrapassar.

O deputado Paulo de Carvalho afirmou, em declarações à imprensa, que a 4.ª Comissão, uma área da Assembleia Nacional que se ocupa da administração do Estado e poder local, detectou insuficiências na satisfação de anseios dos cidadãos, mas se manifesta esperançado de que, com sugestões a serem dadas, aos poucos, as administrações municipais vão ultrapassando, na perspectiva de satisfazer os anseios, expectativas e aspirações dos cidadãos.

“Há alguma deficiência, temos consciência disso. E a nossa missão mesmo é detectar essas insuficiências e apresentar sugestões, no sentido de as ultrapassarmos”, assevera.

À saída de audiência que o vice-governador para sector técnico e infra-estruturas, Adilson Delany, concedeu a um grupo de deputados por si encabeçado, Paulo de Carvalho escusou-se de enumerar as deficiências, preferindo fazê-lo ao fim de seis dias de trabalho na província.

“Em relação a esta província, sabemos ainda pouco, mas, se calhar, no final, ao fazermos o balanço, já apresentaremos”, promete o deputado.

A Comissão da Assembleia Nacional, que já esteve a trabalhar em cinco províncias do país, sente haver ainda muito trabalho pela frente no que respeita à consciencialização do cidadão do que pode vir a ser as autarquias locais.

O deputado Carvalho entende não ser trabalho da Assembleia e, por isso, acena para o Executivo sobre quem recai, neste particular, responsabilidades. Ele sustenta que a Assembleia Nacional é apenas o órgão do Estado responsável pela criação das leis e não das autarquias.

“Ainda há a legislação por aprovar. E, depois dessa aprovação, então caberá ao Governo ocupar-se da criação dos órgãos do poder autárquico”, sugere.

in OPaís

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