
A embaixadora extraordinária e plenipotenciária de Angola em França, Guilhermina Contreiras da Costa Prata, de 74 anos, que, segundo informações, estará a apresentar sinais de falhas de memória, terá dado entrada numa clínica privada em Paris, após desfalecer durante o acto sexual com um dos funcionários da missão diplomática.
O caso terá acontecido em Janeiro de 2024, na sua antiga residência, localizada na Avenue de Villers, em Paris, quando Guilhermina Prata se encontrava com o seu namorado, de 46 anos.
Após o fim da jornada laboral, a diplomata terá decidido convidá-lo para o seu apartamento, com o objectivo de passarem alguns momentos juntos.
Num ambiente romântico, marcado pelo frio típico da capital francesa, e depois de alguns copos de champanhe Ruinart, uma das suas marcas preferidas, o casal terá dado início aos beijos e carícias.
Minutos depois, os dois terão começado a envolver-se intimamente nos lençóis, até que, cerca de cinco minutos depois, a diplomata terá desmaiado.
Preocupado com a situação, o namorado terá tentado reanimar a embaixadora, mas sem sucesso. Sem outra alternativa, ligou para o número de emergência médica francês, o 15, para solicitar a intervenção do Serviço de Assistência Médica de Urgência (SAMU).
A diplomata terá sido posteriormente transportada para o Hospital Americano de Paris, unidade onde, segundo informações recolhidas, realiza habitualmente consultas médicas.
Curiosamente, o mesmo funcionário, cujo nome optamos por não divulgar, e que trabalhava na área dos transportes da Embaixada de Angola em França, terá apresentado, posteriormente, uma carta de demissão, sem revelar os motivos da decisão.
Fontes do Imparcial Press, que afirmam conhecer os contornos do caso, revelaram que, após a realização de exames e análises clínicas, o quadro da paciente terá sido associado a uma crise de ansiedade.