
O primeiro secretário do MPLA no Cuanza Norte e governador da província, João Diogo Gaspar, afirmou que a recente onda de assassinatos de camponesas e a vandalização de bens públicos têm motivações políticas, visando descredibilizar as ações do Executivo angolano.
As declarações foram feitas durante a apresentação da agenda política do MPLA para 2025, onde o governante denunciou uma suposta campanha conduzida por forças políticas adversárias, que, segundo ele, pretendem enfraquecer a imagem do governo liderado por João Lourenço.
“O Estado angolano vai continuar a proteger as nossas mulheres para garantir a estabilidade das nossas famílias”, assegurou João Diogo Gaspar, reforçando o compromisso do Executivo em combater estas práticas.
O líder do MPLA na província apelou à mobilização de diversos setores da sociedade, incluindo igrejas, órgãos de comunicação social e fazedores de opinião, para condenar o que classificou como uma “campanha de subversão promovida por inimigos da paz”.
Durante o evento, realizado em Ndalatando, João Diogo Gaspar também apresentou os 11 pontos da agenda política do MPLA para 2025, destacando a divulgação das teses do VIII Congresso Ordinário do partido, a conclusão do pacote legislativo autárquico e o reforço da formação política e ideológica dos militantes.
Por: Geraldo José Letras