
Cerca de 38 mil 600 cigarros com aromas e sabores foram retirados, há dias, nos diversos centros comerciais da província do Huambo, pela Autoridade Nacional de Inspecção Económica e Segurança Alimentar (ANIESA).
A informação foi prestada na sexta-feira última, à imprensa pela coordenadora local da ANIESA, Inocência Figueiredo, ao referiu que a medida resulta do Decreto Executivo nº151 /22, de 11 de Março, sobre o regulamento técnico que proíbe os fabricantes de cigarros a usarem ingredientes (Aromas e sabores) que tornam o produto mais nocivo à saúde humana.
Segundo a responsável, para além da retirada dos cigarros, os comerciantes foram, igualmente, sensibilizados sobre os prejuízos causados pelo consumo dos aludidos produtos.
Inocência Figueiredo lembrou que a direcção nacional da ANIESA prorrogou na última quinta-feira, para mais 180 dias (seis meses) o prazo para a retirada do referido cigarro no mercado, tendo em conta o elevado número de solicitações para a sua inutilização, esclarecimentos, moratórias e outras preocupações dos operadores.
Após terminar este período, acrescentou que a instituição na província do Huambo não poupará esforços para garantir e fazer cumprir a lei, com vista a proteger a vida dos cidadãos.
Fez saber que durante o período da prorrogação a ANIESA nesta região do país poderá sensibilizar os comerciantes nas discotecas, restaurantes e bares sobre os prejuízos do produto, para que após passar o prazo não haja qualquer reclamação.
O primeiro comunicado da ANIESA sobre a medida da retirada dos cigarros com aromas e sabores foi divulgado em Abril último, onde os produtores tinham até 30 dias para se desfazer dos produtos.