
A administração municipal do Cazenga está sob escrutínio devido a alegações de práticas irregulares na gestão financeira e administrativa.
O secretário-geral da administração, Pedro Paulo Mendes, é acusado de instaurar monopólios e criar entraves burocráticos excessivos, comprometendo o bom funcionamento da gestão municipal e atrasando pagamentos essenciais a empresários e funcionários.
Fontes do Imparcial Press alegam que a situação tem gerado preocupação entre os munícipes, que denunciam a falta de eficiência na resolução das reais necessidades da comunidade.
Há também suspeitas de envolvimento da própria administradora Nádia Neto em um alegado esquema de desvio de recursos públicos, especialmente fundos destinados à publicidade e à fiscalização.
Conforme as informações, parte dos recursos teria sido direccionada para beneficiar aliados e familiares, incluindo ligações com a empresa associada a um dirigente do Conselho Nacional da Juventude (CNJ).
A população exige respostas claras sobre quem está, de facto, por trás das decisões administrativas que comprometem o desenvolvimento do município.
O clima de insatisfação intensificou-se com denúncias de um possível conluio entre diferentes grupos de interesse dentro da administração municipal. Tais suspeitas colocam em causa a integridade da gestão pública e reforçam os apelos por uma investigação rigorosa por parte das entidades competentes.