
O jogo entre o Petro de Luanda e o TP Mazembe (1-2), disputado sábado no estádio 11 de Novembro, para a segunda “mão” dos quartos-de-final da Liga Africana dos Campeões em futebol, ficou marcado por actos de pugilato entre elementos das equipas técnicas.
Contrariamente ao comum em partidas do género, onde se espera por comportamento menos correcto entre adeptos das formações intervenientes, desta vez foram os integrantes do “staff”, resultando em expulsões por parte do árbitro senegalês Issa Sy, mesmo após o apito final, com ajuda do Vídeo Árbitro (VAR).
Depois de sofrer o segundo golo aos 90+6, os aficionados angolanos optaram por arremessar objectos para o relvado, criando desconforto para os intervenientes do desafio.
Antes, visivelmente descontentes, os mais de 45 mil espectadores afectos ao campeão angolano foram abandonando o estádio, fundamentalmente depois do golo da igualdade do oponente (1-1), aos 81’, que lhe conferia vantagem na eliminatória, mercê da igualdade a zero bolas da primeira “mão”.
O cenário era de frustração, gourada a possibilidade de atingir uma meia-final pela terceira vez, depois de 2001 e 2022, respectivamente.
Camarotes ganham “vida”
Os Camarotes do estádio 11 de Novembro voltaram a ganhar “vida”, num ambiente de pura festa semelhante a do CAN’2010, com entidades da sociedade angolana, algumas acompanhadas das famílias.
O cenário, desenhado pelo Petro corporate, em parceria com o Show do Mês, baseou-se em serviço personalizado desde a comercialização de ingressos para os camarotes, alimentação, bebida, protocolo e segurança, além do espaço para estacionamento de viaturas.
Figuras distintas entre políticos, músicos, antigos jogadores de diversas modalidades, jornalistas e entidades estrangeiras participaram da festa que levou ao estádio mais de 45 mi espectadores.
in Angop