Jornalista Artur Queiroz constituído arguido pelos crimes de “difamação” e “calúnia”
Jornalista Artur Queiroz constituído arguido pelos crimes de "difamação" e "calúnia"
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Um coronel reformado das Forças Armadas Angolanas (FAA), Matadi Daniel, apresentou recentemente uma queixa-crime (processo n.º 4478/22.3T9VNG) contra o veterano jornalista luso-angolano Artur Orlando Teixeira Queiroz junto à Procuradoria da República da Comarca do Porto, em Portugal, soube o Imparcial Press.

Matadi Daniel, que é médico especialista em Doenças Renais (nefrologista), acusa o veterano jornalista de crimes de difamação com publicidade (através dos órgãos de comunicação social) e calúnia, solicitando uma indemnização pelos danos patrimoniais e reputacionais causados.

Na sequência, após ouvir as partes, o Ministério Público luso constituiu arguido o veterano jornalista Artur Queiroz, no passado dia 16 de Fevereiro do corrente ano, pelos crimes de que é acusado nos termos dos artigos 180º, nº 1, 182º e 183º, nº 1, alínea a), do Código Processual Penal, aplicando-lhe uma medida de coação (Termo de Identidade e Residência).

O queixoso alega que Artur Queiroz atentou gravemente contra o seu bom nome, sua reputação pessoal e profissional, sua honra, sua dignidade e consideração, em seu artigo de opinião publicado no semanário angolano Novo Jornal, na edição de 01 de Julho de 2022, que abordava o estado clínico do falecido ex-Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

(…) Artur Queiroz atacou-me de maneira atroz e covarde, humilhando-me e atacando aquilo que eu mais prezo. Estou me referindo à minha honorabilidade, minha reputação e meu bom nome, que são inalienáveis“, lê-se no documento, enfatizando que “em seu texto referiu-se a mim como ‘o Coronel Reformado da Honra’, ‘Matadi Daniel, exemplo acabado do triunfo dos porcos/PORCALHÃO’, ‘Matadi Daniel, um carniceiro, um porco sujo, um canalha’“.

O oficial reformado das FAA assegura que “Artur Queiroz bateu na porta errada ao me atacar e ofender de forma tão vil e inqualificável. A honra e a consideração (…) demoram anos para serem construídas e estabilizadas com imensos sacrifícios. Elas nos enriquecem como pessoa e quando são destruídas, às vezes, levam anos e anos para serem recuperadas, sendo, portanto, inadmissível permitir esse tipo de ataque“.

O médico diz acreditar firmemente na “Justiça de Deus” e confiar na “Justiça Humana”, para que não se permita que a “barbárie prevaleça sobre a civilidade humana”.

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