
Os fenómenos das revoluções no mundo, dão-se mormente por descontentamentos e/ou violação de direitos primariamente estatuídos, mas por capricho de meia dúzia defensora de interesses, VIOLA-AS, ipsi verbis, após o anúncio do chumbo do recurso submetido ao Tribunal Constitucional a solicitar a impugnação das eleições gerais de 2022, a posição que o TC tomou, chamamos atenção com as seguintes frase: “fechar uma revolução pacífica, é abrir caminho para uma revolução violenta“.
Ao termos tecidos essas palavras, cientes nós estávamos que calar-se na presença de uma injustiça, é consentir com ela e estar do lado do opressor é admitir a não existência do direito como fim último da justiça.
Hoje, tomamos conhecimento de mais uma injustiça a decorrer a qual não nos revimos, pois a democracia insta a disputa igualitária e justa, mas há indivíduos cientes que não gozam de aceitação, muitos menos revêem-se na sua essência enquanto representante criando assim um desapaixono total, primeiro, para com a entidade, segundo, contra a pessoa em causa que ao colo está a ser levado para finalmente saciar o seu ego e seguir com o plano e vontade, mesmo não tendo aceitação e/ou mérito pelo efeito.
Nos últimos artigos que escrevemos, alertamos claramente que na presença de criar-se artimanhas para inviabilizar a vontade daqueles que lutam por oportunidades igualitárias, obviamente, amanhã, que não venham dizer que venderam-se, muito menos que foram comprados, vós, permitiram isso, internamente, foram tão corruptos o suficiente para impedir quem tinha aceitação, mérito e responsabilidade de ir onde muito bem queria ir.
Aceitem isso ou não, há um provérbio em latim que diz “Ubi commoda ibi incommoda – Aquele que tira benefícios deve arcar com os prejuízos“. O jogo está aberto e as consequências vêm aí, pois JURAMOS JURAR ÀS REVOLUÇÕES – JURA, um até já.