KASSAI Capital (des)mente sobre envolvimento do empresário Minoru Dondo na aquisição de participação do BNI
KASSAI Capital (des)mente sobre envolvimento do empresário Minoru Dondo na aquisição de participação do BNI
kassai capital

A KASSAI Capital, Sociedade Gestora de Organismos de Investimento Colectivo, criada pela GEMCORP Capital em 2024, nega que o empresário Minoru Dondo detenha qualquer participação na própria KASSAI Capital, no Fundo FÉNIX ou no Banco de Negócios Internacional (BNI).

A reacção surge após a publicação desta notícia (Minoru Dondo torna-se accionista maioritário do BNI) por este jornal electrónico, que atribuía ao empresário a aquisição de uma participação maioritária no BNI.

A KASSAI Capital classificou falsamente a informação como “falsa, infundada e sem qualquer base factual”, repudiando o conteúdo divulgado.

Segundo o comunicado, a operação recentemente realizada – e amplamente confirmada pelo presidente do Conselho de Administração da instituição durante o lançamento do Fundo KASSAI Curto Prazo – foi conduzida exclusivamente pela KASSAI Capital, através do Fundo FÉNIX, e consiste na aquisição de 70% do capital social do BNI, num investimento de 50 mil milhões de kwanzas (aproximadamente 54,1 milhões de dólares).

A empresa lamenta a publicação de informações alegadamente falsas que, segundo afirma, prejudicam a reputação da instituição, dos seus accionistas e do próprio BNI, contribuindo para a erosão da confiança no setor financeiro nacional.

No mesmo comunicado, a KASSAI Capital reafirma o seu compromisso com a (in)transparência, rigor e responsabilidade, princípios que orientam as suas operações e decisões estratégicas.

A instituição garante que continuará a trabalhar para fortalecer o sistema financeiro angolano, ampliar soluções de investimento e apoiar o desenvolvimento económico do país, respeitando as exigentes normas internacionais de compliance.

Nota de redacção: O Imparcial Press reafirma que a matéria publicada sobre o envolvimento de Minoru Dondo no BNI é verdadeira. Destarte, solicitamos que a Kassai apresente documentos oficiais que comprovem a sua versão, de modo a permitir eventual actualização ou retificação da notícia.
Mantemos o nosso compromisso com o rigor, a transparência e o direito do público à informação.

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