Marrocos: Programa de reconstrução avaliado em 120 mil milhões de dirhams
Marrocos: Programa de reconstrução avaliado em 120 mil milhões de dirhams
Rei do Marrocos

O rei Mohammed VI esteve nesta quarta-feira reunido em Rabat com altos responsáveis do Reino de Marrocos para uma sessão de trabalho sobre o Programa de reconstrução e melhoria geral das regiões afectadas pelo terramoto de Al Haouz.

Trata-se de um programa com um orçamento global de pensões estimado em 120 mil milhões de dirhams (100 Usd =1000 dirhams), durante um período de cinco anos.

A primeira versão do programa integrado e multissectorial apresentado ao Soberano, abrange as seis províncias e prefeituras afectadas pelo terramoto, nomeadamente Marraquexe, Al Haouz, Taroudant, Chichaua, Azilal e Ouarzazat, envolvendo uma população de 4,2 milhões de habitantes.

Concebido segundo uma lógica de convergência e com base num diagnóstico preciso das necessidades e na análise do potencial territorial e dos actores locais, este programa inclui projectos visando, por um lado, a reconstrução de habitações e a melhoria de infra-estruturas afectadas, de acordo com o mecanismo de emergência decidido na reunião de 14 de Setembro, e por outro lado, o reforço do desenvolvimento socioeconómico nas zonas em causa.

O programa consiste em quatro vertentes principais que incluem o realojamento de feridos, reconstruir casas e reabilitar infraestruturas, quebrar o isolamento e melhorar territórios, acelerar a resolução dos défices sociais, especialmente nas zonas montanhosas afectadas pelo terramoto e incentivar a actividade económica e o emprego, bem como valorizar a iniciativas locais.

No encontro em que participaram ministros e a chefia militar, Sua Majestade o Rei, insistiu no imperativo de demonstrar uma governação exemplar, sendo que as palavras-chave são rapidez, eficiência, rigor e resultados convincentes, para que este programa de reconstrução e melhoria geral das regiões afectadas se torne um modelo de desenvolvimento territorial integrado e equilibrado.

O financiamento deste grande programa será assegurado pelos créditos atribuídos pelo orçamento geral do Estado, pelas contribuições das coletividades territoriais e pela Conta Especial de Solidariedade dedicada à gestão dos efeitos do terramoto, bem como através de doações e da cooperação internacional.

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