
O Ministério da Saúde rescindiu ontem, 1 de Junho, em Luanda, o contrato com a empresa Kubaka Premium, uma das empreiteiras do projecto de construção do Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, por mau desempenho.
Na quarta-feira, 31 de Maio, o Presidente da República, João Lourenço, visitou pela segunda vez as obras do Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé” e, num comentário sobre a sua evolução, disse publicamente que não tinha saído “muito satisfeito da visita”.
A insatisfação de João Lourenço foi traduzida como uma “ordem” para findar o contrato com empreiteiro e empurrar para o desemprego centenas de trabalhadores que dependiam daquela obra.
Assim sendo, o Ministério da Saúde, dono da obra, não pensou duas vezes em rescindir ontem, 1 de Junho, o contrato de empreitada que o ligava à empresa Kubaka Premium.
De realçar que, o Presidente da República visitou em Julho do ano transacto, o local onde está ser erguida o novo Complexo Hospitalar Pedro Maria Tonha “Pedalé” e recebeu garantias de que, até no primeiro trimestre do ano em curso, as obras seriam concluídas, numa vez que a sua execução se encontrava em mais de 50%.
Situado no município de Talatona, na zona da Gamek, à direita, o Complexo Hospitalar Pedro Maria Tonha “Pedalé” está a ser erguido numa área com 32 mil metros quadrados. As obras tiveram início em 2012, tendo sido suspensas no final de 2016, por razões de ordem financeira e retomadas apenas em 2019.
O Complexo Hospitalar dispõe de um centro de cirurgia robótica, centro de hemodiálise, serviços de oncologia, imagiologia, pediatria, fisioterapia, entre os quais da fala e hidroterapia, entre outras valências.