Mulheres angolanas apostam na actividade de DJ como ganha pão
Mulheres angolanas apostam na actividade de DJ como ganha pão
Djs damas

Com a nova abertura que a sociedade angolana vai tendo, a actividade de disco jockey (DJ) deixou de ser exclusiva de os homens e abriu-se, igualmente, ao interesse feminino.

Ao contrário dos anos pretéritos, em Angola, frutos das várias vicissitudes porque passam amiúde, já muitas mulheres decidem pôr a “mão na massa” com o sentido de arrastar centenas e milhares de pessoas para as pistas de dança, tocando com a mesma adrenalina que os homens e, em alguns casos, inclusive, melhor que a classe masculina.

Nas noites de discotecas, bares e festas pode, mais do que simplesmente tocar, se verificar muitas mulheres que fizeram da actividade de DJ como o seu ganha pão, andando o país adentro e levando sonoridade para todos os gostos e idades.

A quem chega afirmar que elas estão quase a dominar a indústria e seus colegas masculinos estão tendo dificuldade em acompanhar essas estrelas em rápida ascensão. A vida de um DJ é semelhante à vida de um artista. As DJs femininas estão ganhando popularidade rapidamente na indústria.

Estudos mostram que um evento organizado por uma DJ feminina atrai mais fãs do sexo masculino do que um show apresentado por um DJ masculino devido ao clichê dominado por homens da indústria.

Dos nomes mais destacados à luz da preferência da grande maioria, segundo apurou o Imparcial Press, constam as DJ’s Marlene, Avassaladora, Mais Dee, Eri Mangueira, Lúcia Afrodith e entre outras.

Discriminação zero

Para muitas delas, a situação da discriminação ficou no passado, porquanto, dizem, actualmente, fruto das grandes dificuldades porque cada um passa, as pessoas querem resultados sem se importar se se trata ou não de uma profissão exclusivamente masculina.

Entretanto nem sempre foi assim. Por exemplo, Lúcia Afrodith, que alega ter mais de sete anos no mercado, conta que quando as pessoas se apercebessem de que se tratasse de uma mulher a tocar, ficavam em dúvida e receosas sobre os resultados a dar.

“Finalmente, hoje, tudo ficou para o passado e somos respeitadas na mesma proporção que os homens. Agora temos é de prosseguir e manter a certeza no foco”, destacou.

Outrossim, Afrodith considerou que, com os valores pagos, actualmente é possível o DJ manter um nível de vida aceitável e poder viver de forma digna dos seus rendimentos.

“Ao contrário dos tempos passados, penso que hoje já conseguimos ter um pagamento aceitável. Há mais respeito pela profissão e, com isso, podemos sempre nos organizar para termos uma vida estável”, apontou.

Já a DJ Elly Chuva defende que, apesar do longo período que as mulheres tiveram de viver para mostrar o seu trabalho, agora é momento de trabalhar mais para continuar a manter o respeito e o bom nome que se está a construir dia-pós-dia.

Referiu, por outro lado, que numa sociedade onde nascem novos talentos à actividade de DJ’s, a cada dia, manter o nome no activo não é tarefa fácil. Mas isso, argumentou, faz-se com trabalho, dedicação e foco.

“O difícil não é entrar para o mercado, mas sim manter o nome. E para que isso aconteça, no entanto, é preciso que se trabalhe muito naquilo que se quer”, frisou.

DJ Marlene é também outra que corrobora que as mulheres podem se impor sem que, necessariamente, apaguem a luz dos homens. De acordo com a profissional, o mercado de consumo é grande e as mulheres podem, com respeito, partilhar o mesmo espaço com os homens.

“Podemos brilhar juntos, porquanto há DJ’s que não tocam nenhum mas têm muita fama. E existem DJ’s que tocam muito, mas nem por isso têm assim tanto nome no mercado. O que conta, de facto, é as pessoas fazerem bem o seu trabalho”, lembrou.

Fora de Angola

Curiosamente, o dia 09 de Março passou a ser celebrado, desde 2002, como o World DJ Day, ou seja, o Dia Mundial do DJ. A data foi instituída pela iniciativa de duas instituições de caridade: World DJ Fund Foundation e a Nordoff Robbins Music Therapy, que se utiliza da música para tratar as pessoas enfermas.

A data serve para celebrar esses artistas do entretenimento que conseguem tornar diversos momentos ainda mais especiais e divertidos com seus hits. Até porque, os DJs são responsáveis por perceber inicialmente o sentimento de quem está ali curtindo e ir adaptando os ritmos musicais conforme o público.

De todos os desenvolvimentos mais emocionantes no mundo do entretenimento, a ascensão das DJs femininas deve ser o destaque da história. Com uma presença mundial e uma enorme base de fãs, as DJs estão lentamente fazendo incursões na indústria dominada por homens.

Ajuda se você for óptimo em seu trabalho, melhor ainda se você for super sexy e sexy. Assim que a DJ feminina se aproximar, a multidão começará a dançar. Seja qual for o motivo, é inegável que DJs mulheres são tão boas quanto seus colegas homens, e algumas são ainda melhores.

Apesar do talento, uma forte presença nas mídias sociais, reconhecimento internacional e boa aparência super sexy são as combinações que tornam as mulheres da indústria uma força a ser reconhecida. Vamos dar uma olhada na lista das 16 DJs mais bonitas e quentes no mundo.

Seherezada – Não se engane, ela pode não ter o nome mais apropriado para a indústria, mas quando se trata de aparência, ela certamente chamará a atenção. Conhecida por seu estilo de vida distinto, Seherezade vem de Budapeste, Hungria e fez seu nome misturando electro comercial e pop progressivo. A estrela de reality show e DJ é amplamente conhecida no cinema e na música, tendo estrelado o reality show húngaro Real Life. Ela também tem experiência como modelo, sobre a qual escreveu em revistas, principalmente na FHM. Ela é uma amiga íntima da esposa de Hugh Hefner, Crystal, e foi destaque em eventos de alto nível da Playboy. Dada sua estreita associação com a Playboy, não é difícil ver por que ela é uma das personalidades mais populares da indústria da música.

Marie Ferrari – Prepare-se para uma experiência incrível se você vir Marie Ferrari no convés. Armada com fortes seguidores nas redes sociais e um currículo impressionante, a carreira de Marie remonta a 2007, quando ela se apresentou em Las Vegas, Miami, Nova York e Los Angeles.
Mais tarde, tornará tangível sua presença internacional na França, Itália, Alemanha e outros países europeus. Sua personalidade sempre entusiasmada conquistou os corações de milhões de fãs ao redor do mundo, e suas habilidades de mixagem de house music são bem conhecidas. A diva super sexy tem uma presença enorme no Instagram e no Twitter e não é difícil ver por que ela chegou ao top 10 das DJs femininas mais quentes.

Rhiannon – Ela é o mestre de mixagem número um em Canadá. Ela começou a fazer shows em boates nos Estados Unidos, Canadá e México e depois se espalhou para o Japão. Ela tem muitos seguidores nas redes sociais, como Twitter [actualmente X] e Facebook.
Ela também é actriz, directora, roteirista e produtora, tendo filmado o curta-metragem All Girls Do It para isso. Ela também apareceu na série de televisão Smallville em 2008. Ela se estabeleceu como uma marca por ser artista, artista de gravação, actriz e produtora. Rhiannon é amplamente considerada a melhor DJ feminina do Canadá e seu currículo é extenso e muito impressionante.

Sexagem de DJs – Se você tem a coragem de se chamar DJ Sexation, é melhor ser gostosa e sexy. Bem, se você é Olga Ryazanova, pode fazê-lo com conforto. Indiscutivelmente uma das mulheres mais quentes da indústria, e vem de Moscou, capital da Rússia.
Ela é conhecida por suas incríveis habilidades de mixagem de house music. Ela se aventurou no exterior, tocando em quase todas as cidades da Europa, incluindo Barcelona, Frankfurt e Paris, Madrid e Ásia, incluindo China e Índia. Ela pode não ser muito conhecida nas redes sociais, mas é melhor acreditar que seus fãs ao redor do mundo sabem pouco mais sobre ela do que seu nome no Twitter.

Nicky Bellucci – A aparição de Nicky Bellucci nesta lista foi inevitável, pois ela aparentemente fez um nome para si mesma nos tempos pós-pornô. A estrela de filmes adultos que virou DJ se tornou um nome familiar no ramo de jóqueis. Aos 19 anos, ela já havia participado em 30 filmes, e seus fãs a seguiram no mundo da música. Em 2003, ela embarcou na Orgasmic Tour, que foi um enorme sucesso.
Um de seus shows mais lucrativos é como DJ na boate Amnesia em Ibiza, em 2010. Em 2005, ela foi seleccionada pela AVN como a melhor intérprete do ano. Embora ela não faça mais strip na frente da câmera, ela nunca se esquivou de seu passado pornô. Ela toca em todo o mundo e é frequentemente mencionada em publicações de alto nível.

Glória Ansell – Não é apenas uma DJ, ela pode tocar piano, guitarra e bateria; uma raridade entre os DJs. Vê-la se apresentar é como assistir a uma orquestra, só que desta vez um instrumentista quente e sexy faz todo o trabalho. Ela ganhou o título de “Charming Performer” por suas performances versáteis e fascinantes.
Glória começou a desempenhar o papel de DJ nos clubes do sul da China. Ela é proprietária parcial do Pepper Club na China, onde se apresenta regularmente. Mais tarde, ela se mudou para Ibiza, onde trabalhou como DJ no clube Bora Bora. Suas actuações brilhantes conquistaram milhões de fãs, somando-se à sua já ilustre carreira.

Dana Jasmim – Nascida em Kiev, na Ucrânia, ela é uma das poucas mulheres ucranianas nos negócios que prometem dominar a cena musical, especialmente em uma indústria dominada por homens. Entre suas realizações mais notáveis foi sua performance esgotada na Euro 2012, quando ela foi a atracção principal em frente a um estádio com capacidade para 60 mil pessoas.
Ela também lidera o Grande Prêmio de Fórmula 1 do Bahrein. Ela deixou uma marca musical em todos os países que visitou, incluindo Brasil, Dubai, Itália, Hong Kong, Alemanha, Índia e Egipto. Seus créditos de gravação incluem o hit single “Rock That Sound“. Ela também é uma apresentadora de rádio com seu próprio programa de house music.

Gina Turner – É uma DJ veterana e uma das DJs femininas mais talentosas, e é especialista em house, electro e dance music. Mais tarde, ela fazia shows em clubes antes de fazer sua descoberta mainstream, conquistando os corações dos fãs em todo o país. Ela é casada com o DJ Laidback Luke e juntos eles comandam a Turn It Records. Juntamente com o marido, ela também faz parte do grupo Nouveau Torican e da dupla de DJs Staccato.

Teri Miko – Provavelmente uma das estrelas em ascensão mais rápida, um diamante bruto e um dos rostos mais bonitos do DJing é Teri Miko, também conhecido como DJ Teri. Ela é especialista em música eletrónica e house music. A artista nascida na Ucrânia começou a enviar remixes online até se tornar uma jóquei profissional. Ela já participou de prestigiados festivais e apresentações em vários continentes, especialmente na Europa e Ásia, incluindo França, Rússia, Índia e Emirados Árabes Unidos. Seu talento começou a aparecer quando ela venceu o Vestax DJ Battle na Ucrânia.

Lisa Kensington – Ela não mistura negócios com prazer quando se trata de tocar, como se diz no jargão angolano. Depois que ela foi para a escola de produção para aprender a criar sua própria música, ela decidiu tocar em clubes. Ela logo se internacionalizou. Ela já se apresentou em muitos clubes ao redor do mundo, apresentando-se em grandes festivais de música. Se você conhece a matéria “mulheres que amamos” da revista Esquire, provavelmente já ouviu o veterano DJ se apresentar. Entre os principais locais de suas apresentações estão Miami, Ibiza e Nova York. Sua aparência sexy e estilo de mixagem erógeno incendiaram a cabine do DJ com fãs de todo o mundo viajando pelo mundo para seus shows. Ela é especialista em house music eletrónica. Ela também é uma modelo de moda, provavelmente vai melhorar seu perfil de DJ proeminente.

Carola – A DJ brasileira é a primeira mulher no mundo a lançar uma música pela STMPD RCRDS, a gravadora do holandês e renomado nome da cena eletrónica, Martin Garrix. A faixa “What They Want“, em colaboração com Gabzy, foi a escolhida para marcar essa nova fase na carreira da DJ e produtora carioca.
Em 2012, a artista começou a se interessar por discotecagem, e desde então, foi chamando atenção pelo incrível trabalho na cena eletrónica. Com oito anos de carreira, em 2020, Carola conquistou apoio do DJ mais conhecido do mundo, David Guetta, com o lançamento de “FKGO“, uma parceria com Kohen.

Afreekassia – Conhecida como Afreekassia, Cássia Sabino é uma DJ brasileira, que iniciou a carreira na cena eletrônica no fim de 2016. Além da música, a artista conta com um projeto que visa trazer visibilidade, voz e espaço para produções artísticas de mulheres negras a partir de uma plataforma criada por ela.
Também em 2016, fundou o colectivo chamado Umoja ao sentir a necessidade de estar em contacto com mulheres negras. Em 2019, o portal deixou de ser um colectivo para se tornar uma plataforma de interação de produção de conteúdo. Afreekassia é DJ, artista visual, RP e modelo.

Ashibah – É DJ, produtora e vocalista. Sarah nasceu no Egipto, estudou em colégio Americano na capital Cairo e no final da adolescência mudou-se para a Dinamarca. Em 2014, lançou uma parceria com Vintage Culture em “Circles”, começou a ganhar espaço no Brasil, e no ano seguinte, fez a primeira turnê no país.
Em 2018, mudou-se oficialmente para o Brasil, construiu uma sólida carreira na cena local e lançou diversos hits como “Devotion“, “The Thrill“, “So High“, “Make it Better“, “We Found Love“, e outros. Ashibah já se apresentou em festivais como Rock in Rio, Lollapalooza e Só Track Boa.

Honey Dijon – Não poderia ficar fora da lista pela importância que tem dentro do cenário da música eletrónica internacional e por ser uma referência da House Music.
Nascida em Chicago, Honey Dijon é uma mulher trans e negra, activista do movimento LGBTQIA+, e uma artista simplesmente fascinante. Com apenas 12 anos, estava envolvida na cena eletrónica. No final dos anos 1990, começou a carreira como DJ ao mudar-se para Nova York.
Logo, tornou-se referência do house, techno, punk rock, e do movimento queer. A partir dos anos 2000, passou a trabalhar activamente como produtora. Com mais de 20 anos de carreira, é um destaque da música eletrónica mundial.

Ekanta – É uma DJ consolidada! A artista possui 25 anos de carreira e é considerada por muitas artistas do gênero um exemplo a ser seguido. Na música, Ekanta se dedica a vertente de psytrance e actua também como produtora musical.
Além de fazer muito sucesso dentro desse subgênero — e ser a “mãe” do psytrance no Brasil — a DJ também prova que talento é uma coisa de família. Isso porque Ekanta é mãe dos DJs Alok e Bhaskar, ambos muito famosos.

Bárbara Labres – Destaque por misturar gêneros como o funk, a música eletrônica e o hip hop, a DJ é a número 1 de ouvintes na América Latina. Actualmente, a artista conta com 271.550 ouvintes mensais no Spotify e com mais de 3 milhões de seguidores no Instagram.

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