
Após as recentes denúncias sobre o desvio sistemático de fundos públicos, abuso de poder e enriquecimento ilícito envolvendo o director nacional de Planeamento e Finanças do Comando-Geral da Polícia Nacional, comissário Gomes Baptista Bonda, novas informações indicam que o esquema pode abranger um círculo mais amplo de oficiais de alto escalão.
Fontes do Imparcial Press garantem que, além do comissário Gomes Bonda, a rede incluiria outros altos oficiais da Direcção Nacional de Planeamento e Finanças da PNA, nomeadamente o subcomissário Manuel Francisco Filho, director adjunto da referida direção, bem como os superintendentes-chefes Patrício Gaspar, Miguel Dias dos Santos, Claudete Demba, Lupulo, Airosa, Tavares e Da Rosa. Também são apontados membros do Departamento de Património (Bessa e Honório) e o tesoureiro Gaby.
De acordo com informações postas a circular, os referidos oficiais teriam acumulado um vasto império financeiro e imobiliário, sustentado por alegados desvios de recursos da Polícia Nacional.
Entre os bens atribuídos ao comissário Gomes Bonda, destacam-se:
Outros oficiais da Polícia Nacional também aparecem na denúncia com patrimónios elevados:
Subcomissário Manuel Francisco Filho, director adjunto da Direção Nacional de Planeamento e Finanças
Superintendente-chefe Patrício Gaspar
Superintendente-chefe Miguel Dias dos Santos
Superintendente-chefe Airosa (Processamento Salarial)
Superintendente Tavares (Processamento Salarial)
Superintendente Da Rosa
Tesoureiro Gaby
Enquanto altos oficiais acumulam fortunas pessoais, a Polícia Nacional enfrenta um cenário de grave precariedade operacional. A falta de recursos essenciais, equipamentos adequados e infraestruturas deterioradas tem comprometido o desempenho da corporação na manutenção da segurança pública.