Porto de Luanda: João Fernandes simula comportamento
Porto de Luanda: João Fernandes simula comportamento
joao fernandes

Depois de ter saído à tona o esquema de negócios consigo mesmo e outras falcatruas, o Administrador Executivo para a Área Comercial do Porto de Luanda, João Fernandes é acusado de embarcar numa onda e tentativa de ludibriar a opinião pública. .

O assunto, que já se encontra sob o ofício do SIC junto do Porto de Luanda, através do processo número 03/DNICP-14/2024 e dirigido alegadamente ao Conselho de Administração do Porto de Luanda, conforme os documentos em posse do Imparcial Press, solicita a factura de pagamento do serviço prestado pela empresa OLOS CREATIVE STUDIO AND ARCHITECTURE, representada pelo NIF 5001450204.

Entretanto, num direito de resposta, João Fernandes e os seus supostos comparsas, segundo avança a fonte deste jornal, haviam citado uma empresa cujo nome é OLOS – PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (SU), LDA para ludibriar as pessoas, incluindo o ministro dos Transportes, Ricardo d’Abreu.

“É tudo mentira. Aliás, os NIF’s são diferentes. A partir dos nif’s, vê-se logo que é mentira, nem souberam ludibriar a opinião pública”, desmente.

O real processo-crime decorre, acrescenta, no gabinete do SIC junto do Porto de Luanda, sob o número 2786/023-14, e tem como alegado instrutor processual Paulo Andrade.

João Fernandes e comparsas vão, dentro de pouco tempo, começar a responder alegadamente em tribunal pelos diversos crimes que por si pesa.

João Fernandes, que vai completar um ano no próximo mês de Abril como Administrador Executivo do Porto de Luanda, continua a fonte, tornou-se num autêntico “calcanhar de Aquiles” para muitos daqueles trabalhadores, razão porque os problemas de corrupção, descontentamento generalizado e negócios consigo mesmo se agudizam dia-pós-dia.

DIRECTORES FORAM HUMILHADOS

Muitos directores, antes mesmo do término o ano de 2023, já tinha sido vítimas de fortes humilhações perpectradas supostamente pelo João Fernandes, em plena reunião, na presença de todos os directores do Porto de Luanda.

“Como era fim de ano, pensávamos que a reunião era para nos avaliar ou fazer balanço, apontando críticas e sugestões. Só que não foi isso, na reunião João Fernandes faltou respeito aos directores, lhes chamou nomes como vaidosos, lhes destratou-os”, contou um trabalhador agastado e descontente.

Segundo a mesma fonte, João Fernandes terá projectado aquela reunião com a intenção de humilhar os referidos directores com o sentido de mostrar a sua prepotência.

“Ele marcou aquela reunião com os directores para mostrar que é pai grande, que pode fazer, desfaz e nada lhe acontece”, confidenciou, prosseguindo que até aos directores que não fazem parte do pelouro os chamou de vaidosos, cínicos e que se continuassem a exoneração seria o destino de muitos.

Diante de toda essa confusão, garante a fonte, um grupo de trabalhadores promete escrever para o Conselho de Administração do Porto de Luanda, para o ministro dos transportes- Ricardo de Abreu-, bem como para o Comité de Ética do Porto.

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