Professora devorada por jacaré ao tentar atravessar rio a nado no Cuando Cubango
Professora devorada por jacaré ao tentar atravessar rio a nado no Cuando Cubango
jacare

Uma professora, pertencente à Direcção Municipal da Educação de Menongue, província do Cuando Cubango, perdeu a vida, na última semana, depois de ser atacada por um jacaré, quando tentava atravessar o rio Cuebe a nado, informou o porta-voz do Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB) local

Era para ser mais de um dia normal de ensino e aprendizagem. A professora Maria, nome fictício, terá elaborado, seguramente, um plano de aulas para o conteúdo que estava definido para transmitir aos seus alunos.

No entanto, os planos não foram aplicados, nem as aulas ministradas, pelo facto de a docente tomar uma decisão eivada de erros, no seu percurso com destino à escola, conforme considerou o chefe do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa do SPCB-Cuando Cubango, Albano Cutarica.

O rio está entre a residência e a escola, onde a professora, de 26 anos, estava colocada. Por essa razão, tinha, diariamente, a necessidade de proceder à travessia, daquela riqueza hídrica. Para o efeito, existem pequenas embarcações.

Porém, naquele dia, Albano Cutarica conta que a docente escolheu encurtar o caminho, atravessando o rio Cuebe com a força dos seus braços, em vez de caminhar mais 500 metros até ao porto de canoas e passar para o lado em segurança, através desses meios. “Uma professora decidiu atravessar a nado e foi devorada.

Até aqui, não existem rastos do corpo. Foi levada pelo jacaré. Ela não quis chegar até aos canoeiros, porque é distante, então, decidiu atravessar mesmo ali, mas, infelizmente, o jacaré surgiu, atacou, e a levou para as profundezas”, avançou.

Para o porta-voz desse órgão do Ministério do Interior, não restam dúvidas de que a decisão da professora foi motivada por algum sentimento de preguiça, que, infelizmente, chegou a custar a sua vida, naquele rio a 70 quilómetros da sede municipal de Menongue. “Nós chegamos ao cúmulo da preguiça.

A professora viu que o rio estava com o caudal um pouco baixo, porque chegava apenas abaixo da cintura, e decidiu atravessar. Até aqui, não existem rastos do corpo”, frisou.

Por outro lado, referiu que a preguiça está a ser um sentimento generalizado entre os populares da província, pois uma outra cidadã foi atacada por um jacaré, quando lavava as suas roupas numa área do rio sem cerca metálica, enquanto existe uma lavandaria comunitária a 400 metros de sua casa.

in OPaís

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