
Os treinadores do Bravos do Maquis do Moxico e do Petro de Luanda, Mário Soares e Alexandre Santos, manifestaram-se esta quarta-feira, 19, contra a indicação do estádio das Mangueiras, em Saurimo (Lunda Sul), como palco para a final da Taça de Angola em futebol, prevista para o próximo domingo (23), decisão tomada pela Federação Angolana de Futebol (FAF).
Em declarações à imprensa, após a vitória sobre o Interclube (2-0) nas meias-finais, Mário Soares afirmou que o estádio selecionado, localizado na cidade de Saurimo, não apresenta condições adequadas para receber uma final da segunda maior competição do país.
“O campo onde vamos jogar é inadequado para ambas as equipas. Acredito que a FAF ainda tem tempo para reconsiderar essa decisão”, destacou.
Por sua vez, Alexandre Santos, que falava à imprensa, após a qualificação para a prova, mercê da vitória nas meias-finais sobre o 1º de Agosto, por 2-1, no estádio 11 de Novembro, em Luanda, lembrou tratar-se de um campo com relva sintética.
Afirmou que a relva da infra-estrutura parece-se mais “com uma alcatifa”, e pelo seu estado pode causar graves lesões aos jogadores, que vêm de inúmeros jogos durante a época.
Sabe-se que as duas equipas, Bravos do Maquis do Moxico e Petro de Luanda, disputarão a final da Taça de Angola no próximo domingo (23), no estádio do Dundo.
Sobre o FC Bravos do Maquis, adversário da final, o técnico do Petro que procura a terceira Taça à frente dos “tricolores” considera estar à altura do nível da competição.