
A seguradora portuguesa tem nova estrutura orgânica do seu Conselho de Administração da Fidelidade Angola, que marca o início de um novo ciclo após a saída de Armando Jorge Mota para a Sanlam Allianz.
António Noronha, já administrador do grupo Global, foi nomeado presidente do Conselho de Administração, Luís Alves, será o presidente da Comissão Executiva, Jessica von Haff, foi nomeada Administradora Executiva, Elizabeth da Graça Isidoro, Administradora não Executiva, e Manuel Brandão é novo Administrador Independente, não Executivo.
Mantêm-se em funções os administradores Henrique de Sousa e André Cardoso.
Com esta mudança José Alvarez Quintero cessou funções como presidente do Conselho de Administração e Jaime de Freitas e Luís Marques deixam os cargos de vogais do Conselho de Administração.
Em Dezembro do ano transacto, a Fidelidade Angola aumentou o seu capital social para 3,5 mil milhões de kwanzas (3,8 milhões de euros), em cumprimento com as exigências do regulador, mantendo inalteradas as participações sociais dos seus accionistas.
Segundo a seguradora, a operação foi efectuada através do aumento do valor nominal de cada acção de 7,8 milhões de kwanzas (8,6 mil euros) para 9,0 milhões de kwanzas (10 mil euros) à luz das exigências feitas pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG).
A ARSEG estabelece o ajuste do capital social das seguradoras com as características da Fidelidade Angola para um mínimo de 3,5 mil milhões de kwanzas.
A formalização da operação estava prevista e programada para a data concretizada, “com vista a dar antecipadamente cabal cumprimento ao definido na norma regulamentar, que permite que tal acontecesse até ao final de 2024”, refere a seguradora.
Herdeira de um grupo segurador com mais de 200 anos de actividade em Portugal e num total de 13 países, a Fidelidade Angola constituiu-se em 2011, como Universal Seguros, abrindo a primeira agência em 2013, em Luanda.
A Fidelidade Angola, que adquiriu o nome actual em 2017, conta actualmente com mais de 30 pontos de venda nas províncias de Luanda, Benguela, Bié, Cabinda, Cuando-Cubango, Huambo, Huíla e Malanje.
in Eco