
“Quando, de tenha idade, os filhos se tornam órfãos ou se afastam dos seus pais, por diversas razões perdem grande referência de um dos seus principais ascendentes. Vive cegamente, devido a esse desconhecimento. Quando os seus primos, colegas e amiguinhos falam dos seus pais eles se calam, pois nada lhes vêm à mente. Que Pena!”
Por orgulho gratuito questões passionais ou propósitos de magoar o pai (ou pais) dos filhos, há mães que afastam os seus ex-parceiros dos seus filhos, sobretudo os menores.
Esse afastamento faz com que haja perda de os pais e os filhos, particularmente, numa fase em que as crianças começam a formar a sua personalidade.
Máxime durante a infância, os filhos precisam de referências dos seus pais, quer em relação à sua personalidade, conduta, valores e reacções a diversas situações.
Com efeito, todos os filhos já com nível de cognição elevado podem dizer, por exemplo, “Em relação à resiliência e ao pragmatismo, saí ao meu pai. Quanto ao ciúme e à desconfiança, herdei do meu pai”. Esse conhecimento mútuo entre pais e filhos é indispensável. Infelizmente, muitas mães não têm noção dessa necessidade.
É muito importante um pai conhecer o seu filho, pelas suas reacções, condutas e outras situações e vice-versa. Infelizmente, muitas mães têm noção dessa necessidade.
Lamentavelmente, muitas mães, com as suas atitudes negativas, inaceitáveis e incompreensíveis prejudicam os seus filhos e os seus ou seus ex-companheiros. Elas cega as duas partes – pai e filho (os). Que maldade!
Há mães que, de forma estúpida, dizem a diversas pessoas “eu tenho orgulho de ter criado os meus filhos, sozinha”, mesmo que o pai tenha manifestado disponibilidade de participar da manutenção e educação dos filhos.
O homem que a deixou e se casou ou se juntou a outra mulher torna-se um inimigo. Essa relação de inimizade prejudica os filhos.
Para o bem e no interresse dos filhos, pais e mães têm de pôr os seus respectivos orgulhos de parte. Os filhos precisam de ter referência dos seus progenitores – “pai & mãe”.
Dessa forma, recebem mais luzes sobre os seus ascendentes mais próximos e quando forem pais compreenderão as origens ou razões personalidade ou condutas dos filhos, pois se diz que “a hereditariedade vai até a terceira geração”.
*Escritor