Egoísmo e egocentrismo de muitas mães – José Carlos de Almeida 
Egoísmo e egocentrismo de muitas mães – José Carlos de Almeida 
Jose Carlos de Almeida

“Quando, de tenha idade, os filhos se tornam órfãos ou se afastam dos seus pais, por diversas razões perdem grande referência de um dos seus principais ascendentes. Vive cegamente, devido a esse desconhecimento. Quando os seus primos, colegas e amiguinhos falam dos seus pais eles se calam, pois nada lhes vêm à mente. Que Pena!”

Por orgulho gratuito questões passionais ou propósitos de magoar o pai (ou pais) dos filhos, há mães que afastam os seus ex-parceiros dos seus filhos, sobretudo os menores.

Esse afastamento faz com que haja perda de os pais e os filhos, particularmente, numa fase em que as crianças começam a formar a sua personalidade.

Máxime durante a infância, os filhos precisam de referências dos seus pais, quer em relação à sua personalidade, conduta, valores e reacções a diversas situações.

Com efeito, todos os filhos já com nível de cognição elevado podem dizer, por exemplo, “Em relação à resiliência e ao pragmatismo, saí ao meu pai. Quanto ao ciúme e à desconfiança, herdei do meu pai”. Esse conhecimento mútuo entre pais e filhos é indispensável. Infelizmente, muitas mães não têm noção dessa necessidade.

É muito importante um pai conhecer o seu filho, pelas suas reacções, condutas e outras situações e vice-versa. Infelizmente, muitas mães têm noção dessa necessidade.

Lamentavelmente, muitas mães, com as suas atitudes negativas, inaceitáveis e incompreensíveis prejudicam os seus filhos e os seus ou seus ex-companheiros. Elas cega as duas partes – pai e filho (os). Que maldade!

Há mães que, de forma estúpida, dizem a diversas pessoas “eu tenho orgulho de ter criado os meus filhos, sozinha”, mesmo que o pai tenha manifestado disponibilidade de participar da manutenção e educação dos filhos.

O homem que a deixou e se casou ou se juntou a outra mulher torna-se um inimigo. Essa relação de inimizade prejudica os filhos.

Para o bem e no interresse dos filhos, pais e mães têm de pôr os seus respectivos orgulhos de parte. Os filhos precisam de ter referência dos seus progenitores – “pai & mãe”.

Dessa forma, recebem mais luzes sobre os seus ascendentes mais próximos e quando forem pais compreenderão as origens ou razões personalidade ou condutas dos filhos, pois se diz que “a hereditariedade vai até a terceira geração”.

*Escritor

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