CNJ considera ilegal convocatória para suposta assembleia-geral em Luanda
CNJ considera ilegal convocatória para suposta assembleia-geral em Luanda
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O Conselho Nacional de Juventude (CNJ) considerou ilegal a convocatória para uma alegada assembleia-geral ordinária da organização, prevista para amanhã, sexta-feira, 15, em Luanda, acusando antigos membros expulsos de tentativa de “usurpação institucional”.

Em comunicado enviado ao Imparcial Press, a Comissão Directiva do CNJ informou ter tomado conhecimento, através das redes sociais, da convocatória para a realização da reunião no Hotel Skina, marcada para o dia 15 de Maio, às 09:00.

Segundo a organização, a iniciativa está a ser promovida por “grupos de indivíduos e organizações expulsas do CNJ”, que, afirma, “não têm qualquer vínculo estatutário ou legitimidade para representar a organização”.

O CNJ sustenta que a convocatória viola disposições dos estatutos e do regulamento interno da instituição, classificando a iniciativa como uma tentativa de “fraude representativa” e de promoção de “instabilidade” no seio da organização juvenil.

“A referida convocatória é ilegal”, refere a nota, acrescentando que a acção visa comprometer “a imagem, a credibilidade e o normal funcionamento” do Conselho Nacional de Juventude perante o Estado, parceiros institucionais e sociedade civil.

A Comissão Directiva informou igualmente que já accionou mecanismos legais junto das autoridades competentes para responsabilizar civil e criminalmente os promotores da iniciativa.

O CNJ reafirmou, por outro lado, o compromisso com “a legalidade, a transparência institucional e a defesa dos interesses legítimos da juventude angolana”.

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