Angola avança com criação do Serviço Nacional de Guarda Florestal e Faunística
Angola avança com criação do Serviço Nacional de Guarda Florestal e Faunística
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O Ministério do Interior (MININT) irá assumir em breve a tutela do Serviço Nacional de Guarda Florestal e Faunística, uma nova entidade criada para fortalecer a proteção ambiental e a gestão sustentável dos recursos naturais em Angola.

A decisão resulta da fusão das funções de fiscalização florestal do Ministério da Agricultura e Florestas (MINAGRIF) com as de fiscalização das áreas de conservação ambiental do Ministério do Ambiente (MINAMB). A medida foi aprovada na 4.ª Sessão Ordinária do Conselho de Ministros, realizada em Abril de 2022.

Nesta última terça-feira, a Comissão Multissetorial responsável pela criação do novo serviço reuniu-se no edifício A do Ministério da Agricultura e Florestas, sob a coordenação do Secretário de Estado para as Florestas, João Manuel Bartolomeu da Cunha.

Estiveram presentes o Secretário de Estado para o Ambiente, Yuri Santos, e o Secretário de Estado para o Asseguramento Técnico do MININT, Cristino Mário Ndeitunga, entre outros representantes dos três ministérios envolvidos.

Durante o encontro, foi apresentado pelo intendente Idélio Simão um relatório sobre o andamento do processo. Estão em curso a elaboração do regulamento orgânico da unidade e do estatuto do corpo de fiscais, documentos que definirão as competências e responsabilidades dos agentes ambientais.

Missão e atribuições do novo serviço

A Guarda Florestal e Faunística terá como principais responsabilidades:

  • Proteção e monitorização do meio ambiente: Garantir a preservação de florestas e fauna angolanas.
  • Combate ao desmatamento e exploração ilegal: Fiscalizar a exploração e transporte de recursos florestais e combater a extração ilegal de madeira.
  • Educação ambiental: Implementar campanhas de consciencialização sobre a importância da preservação ambiental.
  • Prevenção de atividades degradantes: Prevenir e mitigar ações que prejudiquem o meio ambiente, protegendo áreas sensíveis.
  • Relacionamento com detentores de licenças: Cultivar uma relação direta e colaborativa com empresas e indivíduos licenciados.
  • Redução de despesas públicas: Tornar a gestão dos recursos florestais mais sustentável e eficiente.

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