Director do SIC/Benguela é um mentiroso compulsivo – Evalina Ding’s
Director do SIC/Benguela é um mentiroso compulsivo - Evalina Ding's
sic benguela

Mais de cinco meses depois do Imparcial Press noticiar em primeira mão este caso Cadáver de jovem mulher (de 22 anos) desenterrado e violado no cemitério de Catumbela, o Serviço de Investigação Criminal (SIC) em Benguela continua, até a presente data, a ver navios, ou seja, incapazes de identificar e deter os responsáveis deste crime vil e imoral que ocorreu em Agosto do ano transacto.

Na última sexta-feira, o director provincial do SIC, subcomissário Sebastião Luís, confessou à imprensa local que os seus efectivos (incompetentes de uma figa) continuam incapazes de encontrar os autores desta acção criminosa, que ainda vagueiam normalmente pelas ruas daquela província, como se nada tivessem feito.

Descaradamente, o responsável do SIC em Benguela mentiu, sem pudor, que já foram dados “passos seguros e significativos” no caso da violação do cadáver. Mas, que passos são esses que o SIC não consegue deter nem pelos menos os doentes mentais (malucos) que vagueiam aos arredores daquele campo santo!?

Mas que raio de brincadeira de mau gosto! O subcomissário Sebastião Luís – que recebe mensalmente milhões de kwanzas vindos dos bolsos dos contribuintes – só deve estar a subestimar a inteligência da sociedade benguelesa. Me digam ainda, quantos casos de gatunos de botijas e de galinhas que o SIC deteve (e apresentou publicamente) desde que se registou este caso de pouca vergonha?

Tenha santa paciência! Francamente, me parece que o SIC não tem interesse de esclarecer este caso – que deve ser encarrado com muita seriedade – que horroriza todo ser humano de sã consciência, além de desrespeitar a nossa identidade cultural.

Será que o subcomissário Sebastião Luís estava lúcido e sóbrio (porque aparece na imagem, em anexo, com a cara de um bêbado mijão) quando respondeu as perguntas dos jornalistas presentes!? O SIC em Benguela é uma vergonha total.

Importa realçar que, o caso do cadáver da jovem mulher, que em vida se chamava Stela Geovane Carvalho Gonçalves, 22 anos, falecida em consequência de um acidente de viação, repousava na quadra 40, cova nº 492, no cemitério da Catumbela desde o dia 16 de Agosto, foi exumado e abusado sexualmente por desconhecidos, segundo a polícia.

Tema relacionado: Cadáver de jovem mulher (de 22 anos) desenterrado e violado no cemitério de Catumbela

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