Oficiais de Serviço de Inteligência Externa convertidos em turistas da diáspora
Oficiais de Serviço de Inteligência Externa convertidos em turistas da diáspora
PR e diaspora

NOTA DE REPÚDIO

Brincadeira tem hora! Foi com tristeza e dor que os membros da Comunidade de Inteligência da República de Angola tomaram conhecimento de brincadeiras de mal gosto e técnica de agradar o Chefe de Estado e bajular o mesmo, protagonizado pelo sipaio e suposto político levado para área Estratégica da Casa Militar, o réu do caso da “Burla Tailandesa”, Sr. Norberto Garcia, que desconhece o seu percurso militar e na Segurança de Estado.

Nunca a nenhum momento este sujeito pertenceu a segurança de Estado nem a Comunidade de Inteligência, salvo agora que País está no abismo as vezes finge ser da Segurança.

É possível, devido às falcatruas e invenções de agentes recrutados nos quartos de hospedaria, pagamento de dinheiro para ingresso e outros, diferentemente com nosso tempo que ingresso a Segurança de Estado era rigoroso.

Nos últimos dias ser da Segurança é emprego normal. Tudo isto devido à nomeação do “mulato” e antigo director da ex-Direcção Nacional de Investigação Criminal (DNIC) para dirigir o SINSE, e actualmente é embaixador de Angola no Rwanda, Sr. Octavio que, escusa fazer a sua publicidade das falcatruas que o mesmo implementou no SINSE.

Sem contar as besteiras do arrogante Sebastião Martins, parece que, muitos destes “coelhos” esquecem que existe muitos oficiais da Segurança de Estado que estão em bandeja e abandonado, atendendo a suposta boa vontade do actual chefe do SINSE em pensar minimizar o assunto de subsídio dos antigos funcionários da Segurança com a criação da Caixa de Providência, onde exige que um oficial e agentes da antiga MINSA, SINFO, SIE, SINSE, tem que ser testemunhado por esses miúdos de ontem que, no tempo da Segurança de Estado de Angola, ainda estavam a mamar e às vezes fazer xixi na cama.

São estes curiosos que devem testemunhar sobre a nossa efectividade na Segurança, nem sequer entendem o que é Segurança. São eles, em conivência com a chefe Mariana Lisboa, exige-nos ter testemunho em efectividade para certificar se fomos ou éramos da Segurança de Estado e antiga MINSA.

Parece-me que esses agentes não têm noção quem é Segurança de Estado do tempo da União Soviética e Internacionalista Cubano. Pelo menos falo com conhecimento da causa.

O general Julião Mateus Paulo “Dino Matross” é da minha geração e pode contar-vos. Reconheço as habilidades e capacidades do actual chefe do SINSE, general Fernando Miala, mas desacordo que me ultrapassa.

A verdade seja dita, o general Miala não me supera na estratégia e domínio da inteligência. Eu ainda me lembro, como se fosse hoje, quando o Kilanda Moco morreu, o ex-Presidente José Eduardo dos Santos concedeu-me para liderar a comissão de inquérito sobre as causas da sua morte.

Sem detalhar a minha trajetória e a vida secreta, o actual Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, nunca foi General como tal no terreno de combate.

O Presidente João Lourenço quando foi reformado, foi patenteado com patente de tenente-general conforme os demais naquela altura. Eu ainda estava no activo, ou seja, a trabalhar.

Infelizmente ele foi elevado à patente de General de três estrelas na véspera da sua ascensão ao cargo de ministro da Defesa.

Com todo respeito que a ética da profissão da Segurança impõe-me, Excelência Sr. Presidente da República e Comandante-em-Chefe, com a vossa autorização, deixa-me relegar por esta via as brincadeiras de mal gosto deste miúdo e rapaz que supostamente era militar, não sei qual Batalhão e Região, Norberto Garcia que leva a Vossa Excelência Sr. Presidente a violar a Constituição da República de Angola nos termos do artigo 23.º, Princípio de Igualdade.

Todos nós somos iguais perante a Lei e a Constituição. A Vossa Excelência Sr. Presidente foi mal aconselhado a aparecer em grande com esses rapazes do SIE trazido em Angola para ludibriar aos demais que Diáspora Angolano apoia as tuas fracassadas políticas.

Está mais claro e evidente que o Sr. general João Lourenço não é competente para nada, salvo governar a sua casa menos o País. A sua postura arrogante fez de ti objecto de insultos de todos os angolanos. Agora estás a participar nas palhaçadas sem nexos de Matondo, chefe do SIE, que nem sequer consegue falar português em condições.

[Matondo] É um Zairense daquele que André Sango, ex-chefe do SIE, levou naquele órgão de inteligência externa de um País que tem quadros competentes abandonados e assassinados em detrimento destes “estrangeiros” são-tomenses, cabo-verdianos, zairenses, etc..

Venho por via desta Nota de Repúdio informar aos angolanos e angolanas que, tais supostas Diáspora Angolano levado no “cavalo de Tróia” por esses incompetentes, são agentes e oficiais de Serviços de Inteligência Externa (SIE). Quem está atento com a situação do País pode lembrar que, recentemente, houve reunião do Conselho de Segurança onde foram reformados dois generais Santana e foram nomeados outros generais.

Perante este cenário, nada retira dúvida que o Conselho de Segurança decidiu várias situações entre as quais, a nomeação do actual ministro do Interior, Eugénio César Laborinho, ao cargo de chefe do SINSE, e nomear o actual chefe do SINSE, general Fernando Garcia Miala, ao cargo do chefe do SIE, visto que muitos destes rapazes trazido em Angola colaboravam com Miala na época que ele andou no SIE.

Tudo indica que alguns terão de ficar aqui com as novas funções no SIE e em outras instituições. Por isso, advertimos esses pioneiros supostamente da Segurança que, existe verdadeiro Segurança nas clandestina capaz de desfazer vossos planos e estratégia de enganar e ludibriar este povo inocentes e adormecidos com a fome e miséria devido a incapacidade tremenda do general João Lourenço de governar o País.

Está desvendado as vossas brincadeiras da Diáspora, agora podem fecharam vossas bocas e proibir vossas televisões de parar de iludir e enganar povo, enquanto malucos aplaudem e apoia brincadeiras de Norberto Garcia e os demais malucos de converter Agentes e Oficiais de Serviços de Inteligência Externa da Diáspora, com oferta de avião e corteje de viatura do Estado, gastos e outros, esquecendo tal atitude constitui elementos suficientes da violação do Princípio de Igualdade.

Se Angola fosse um País sério, a PGR deveria interpelar o Presidente e os protagonistas desta palhaçada de Diáspora.

É melhor que o actual Presidente da República perceba que muitos estrategistas da antiga MINSA, SINFO, UGP, USP, SINSE estão fora do vosso controlo por isso tudo será desvendado.

O cidadão atento e avisado. A mudança aproxima-se, o MPLA vai sair do poder em 2027.

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