Pastores tocoístas que cometerem adultério podem perder funções religiosas durante dois anos
Pastores tocoístas que cometerem adultério podem perder funções religiosas durante dois anos
tocoista

Os pastores da Igreja de Nosso Senhor Jesus Cristo no Mundo (Tocoísta) que mantiverem relações extraconjugais poderão ser afastados das funções pastorais e da própria instituição durante dois anos, anunciou o líder espiritual da congregação, Dom Afonso Nunes.

O responsável religioso fez o anúncio no domingo, durante as celebrações do Dia do Pastor Tocoísta, tendo advertido que os ministros religiosos devem manter uma conduta compatível com os princípios morais e disciplinares da igreja.

Segundo Dom Afonso Nunes, os pastores que se envolverem com outras mulheres, estando casados, serão afastados do exercício das funções religiosas e da instituição pelo período de dois anos.

O líder explicou que a eventual readmissão poderá ocorrer caso o visado abandone a segunda relação conjugal, mas sem possibilidade de voltar a exercer funções pastorais.

A medida, segundo o pronunciamento, pretende reforçar a disciplina interna e a responsabilidade dos dirigentes religiosos perante os fiéis.

Em relação aos casos de incesto, Dom Afonso Nunes afirmou que a igreja não tolera este tipo de comportamento, prevendo, para os responsáveis, a despromoção e o afastamento definitivo da instituição, sem possibilidade de readmissão.

O líder espiritual apelou ainda aos pastores para que saibam posicionar-se perante os desafios da sociedade e evitem condutas susceptíveis de comprometer os princípios e a imagem da congregação.

Compartilhar:

Facebook
WhatsApp
LinkedIn
Twitter
error: Conteúdo protegido