ETU Energias compra participações da Azule Energy nos blocos 14 e 14K em Angola
ETU Energias compra participações da Azule Energy nos blocos 14 e 14K em Angola
Etu Energias

A petrolífera angolana ETU Energias anunciou a assinatura de um acordo com a Azule Energy para a aquisição de uma participação de 20% no Bloco 14 offshore e de 10% no Bloco 14K, activos localizados na Bacia do Baixo Congo, ao largo de Cabinda, soube o Imparcial Press.

Em comunicado, a empresa refere que a operação representa um reforço da sua presença em activos de produção em águas profundas, com infra-estruturas já instaladas e capacidade de geração de receitas.

O Bloco 14, situado a cerca de 100 quilómetros da costa de Cabinda, ocupa uma área de aproximadamente 4.094 quilómetros quadrados e produz crude desde 1999.

Segundo a ETU Energias, a produção líquida correspondente à participação agora adquirida ronda os 10 mil barris de petróleo por dia.

A empresa já detinha participação naquele activo, depois de ter adquirido 20% na AB14BV, ‘joint venture’ entre a TotalEnergies e a INPEX, e uma posição adicional de 9% à Galp, em 2024.

Com esta nova operação, a ETU Energias reforça a sua posição accionista no Bloco 14, considerado um dos activos maduros de produção mais relevantes do ‘offshore’ angolano.

Citado na nota, o presidente da Comissão Executiva da ETU Energias, Edson dos Santos, afirmou que a operação está alinhada com a estratégia de crescimento da empresa.

“O aumento da participação no Bloco 14 reforça a nossa base de produção, aumenta a previsibilidade das receitas e consolida a posição da ETU Energias como um dos principais operadores independentes no sector offshore angolano”, afirmou.

A conclusão da transacção está prevista para o segundo semestre de 2026, estando dependente das condições habituais, incluindo as aprovações regulatórias.

A ETU Energias apresenta-se como a maior empresa privada angolana do sector de petróleo e gás, detida integralmente por capitais nacionais.

A companhia opera activos terrestres e marítimos em Angola, incluindo os blocos FS, FST, CON-1, CON-2, CON-4, CON-6 e CON-8, bem como o Bloco 2/05 offshore, além de deter participações não operadas em vários outros blocos.

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