
O presidente do Tribunal Supremo e do Conselho Superior da Magistratura Judicial, Norberto Sodré João, estará a enfrentar contestação interna por parte de um grupo de magistrados e funcionários alegadamente ligados à anterior gestão liderada por Joel Leonardo, soube o Imparcial Press.
A rede de mafiosos que envolve juízes conselheiros têm estado a encomendar ataques, através de alguns órgãos, que visam atingir o juiz presidente, como forma de protesto contra o bloqueio das negociatas que os mesmos estavam habituados a fazer, como se viu agora no concurso público para provimento de vagas.
Segundo fontes do Imparcial Press, os juízes Carlos Alberto Cavuquila e Daniel Modesto Geraldes, o advogado Carlos Salombongo, antiga responsável dos Recursos Humanos, Érica Peixoto, Solange Machado e Juliano Sebastião são apontados por fontes internas como sendo os que lideram o grupo que se manifesta contra a liderança do venerando juiz conselheiro presidente do Tribunal Supremo, coordenados pelo até então presidente do Conselho Superior da Magistratura judicial, Joel Leonardo.
De acordo com os relatos, a alegada falta de transparência do concurso público realizado recentemente são insinuações feitas pelos candidatos não apurados e que estão descontentes por, na gestão passada, terem recebido garantias de vagas a troco de avultadas somas de dinheiro, num esquema montado pela máfia.
As mesmas fontes avançam que Érica Peixoto, representada por Juliano Sebastião terá recebido dinheiro a candidatos e que hoje não encontra espaço para a devolução do mesmo dinheiro, já que o esquema foi desmantelado pela nova gestão.
Este constrangimento está a fazer com que os candidatos pressionem os juízes a quem pagaram dinheiro, num montante de cerca de dois milhões e meio cada, pelo que o advogado Carlos Salombongo e Érica Peixoto, montaram um esquema difamatório para desacreditar um concurso que seguiu todos os pressupostos legais.
Érica Peixoto é vista nos bastidores como estando a vingar-se por ter sido afastada das funções de chefe de Recursos Humanos.
Outro nome indicado como estando atrás da situação é o do juiz Carlos Cavuquila, em conluio com a vogal Solange Machado, faz para embaraçar o trabalho de Sodré.