Ministra Sílvia Lutucuta muda de visual
Ministra Sílvia Lutucuta muda de visual
silvia

Nos bastidores do poder em Luanda, há um nome que, nos últimos meses, deixou de ser associado ao estado doentio da saúde pública angolana para entrar – com força – no radar do estilo e da elegância. Estamos, particularmente, a falar da ministra da Saúde, Sílvia Paula Valentim Lutucuta.

A mudança é daquelas que não passam despercebidas… e muito menos ficam sem comentários. Durante anos, a ministra foi conhecida por uma imagem extremamente simples, feita à semelhança de uma camponesa que usa as suas melhores roupas velhas e limpas (compradas nos fardos ou armazéns do Hoje-ya-Henda), guardadas a sete chaves no baú, desprovida de preocupação estética.

Quando aparecia em público para anúncios ou em alguma actividade, era visível ver a ministra Sílvia com um rosto simples, sem maquilhagem, nem pó, e com penteados normais, sem graça. Os seus vestuários de marca eram sem graça, pior do que os de uma zungueira do Chongoroi.

Apresentava-se com um perfil discreto (de pessoas desesperadas). Era demasiado apagada para alguém com o peso institucional que carrega.

Mas, de repente, o cenário virou. Hoje, a solteirona de Sílvia Lutucuta surge irreconhecível para quem a acompanhou ao longo dos últimos seis anos. A maquilhagem, agora presente e bem trabalhada, ilumina-lhe o rosto.

Os looks passaram a ser cuidadosamente escolhidos, com cortes elegantes, vestidos ajustados (marcando o seu corpo de mulher), de tecidos de qualidade e acessórios que denunciam um claro salto para um universo mais sofisticado.

E há mais: os penteados tornaram-se praticamente um statement. Adeus à imagem de camponesa do Huambo. Em cada evento, um novo visual: ora clássico, ora moderno, ora arrojado. Sempre pensado ao detalhe. Uma versatilidade que reforça a ideia de que nada ali é por acaso.

Nos bastidores, claro, os comentários não param. Há quem fale numa verdadeira “revolução pessoal”. Outros apontam para uma estratégia de reposicionamento de imagem. Até já circulam murmúrios sobre uma possível influência externa nesta transformação.

Em linguagem miúda, vou dizer bem devagar: a nossa “mamã” Sílvia terá, alegadamente, arranjado um novo namorado requintado que está a ensiná-la a ser “fofinha”. Tomou um banho clássico, como se diz na gíria.

O contraste com o passado é evidente. De uma presença considerada por muitos como pouco expressiva no plano visual, a ministra assume agora uma postura mais confiante, mais trabalhada e claramente mais alinhada com os códigos contemporâneos de poder e imagem.

Curiosamente, esta viragem estética surge numa fase em que o seu percurso académico e profissional – sempre sólido e respeitado – ganha agora um novo complemento: o domínio da imagem pública. Adeus ao estilo de camponesa.

E, se antes passava despercebida no plano estético, hoje é impossível não reparar. A nossa ministra da Saúde entrou, definitivamente, numa nova era. Está mais elegante, com as suas belíssimas pernas (na medida). Mais visível e, acima de tudo, mais consciente do impacto da sua presença.

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