
Funcionários da Administração Municipal da Sanga, na província do Cuanza Sul, denunciaram alegados casos de perseguição laboral e administrativa, envolvendo a administradora municipal, Emília Benjamim, e o director municipal da Saúde, Alberto Luduvico Gonga.
Segundo fontes do Imparcial Press, os dois responsáveis terão adoptado uma postura considerada persecutória em relação a vários colaboradores da administração local, através de decisões que os denunciantes classificam como injustificadas.
Entre os casos apontados está o alegado afastamento do chefe Luís e do soba Grande Baptista. Os denunciantes referem igualmente que a administradora municipal terá exonerado a sua própria irmã, identificada como Emília Baptista, decisão que consideram injusta, defendendo que esta reunia competências para continuar a exercer as funções.
Na óptica dos denunciantes, estas actuações têm contribuído para um ambiente de desmotivação entre os funcionários e poderão afectar o normal funcionamento dos serviços públicos no município.
Os subscritores das denúncias consideram ainda que tais práticas prejudicam a imagem das instituições públicas e defendem que a gestão da Administração Municipal deve pautar-se pelos princípios da legalidade, imparcialidade e respeito pelos trabalhadores.