Tribunal de Cabinda bloqueia contas da empresa Barros & Tati
Tribunal de Cabinda bloqueia contas da empresa Barros & Tati
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O Tribunal da Comarca de Cabinda determinou o bloqueio das contas bancárias da empresa Barros & Tati, liderada por Júnior Barros Franque, por incumprimento de ordens judiciais relacionadas com a reintegração de trabalhadores anteriormente despedidos.

Segundo informações ligadas ao processo, a empresa não terá cumprido decisões emitidas no âmbito de litígios laborais envolvendo antigos e actuais funcionários, o que levou o tribunal a aplicar medidas coercivas.

A decisão foi proferida pela juíza Catila Dias Lourenço, cuja actuação tem sido destacada localmente, sobretudo pela celeridade no tratamento de processos antigos, alguns com mais de uma década, muitos dos quais relacionados com o sector petrolífero.

Trabalhadores ligados ao campo petrolífero de Malongo manifestaram apoio à medida judicial, considerando-a um sinal de maior rigor no cumprimento da lei.

Alguns apontam que decisões deste tipo contribuem para restaurar a confiança no sistema judicial, frequentemente criticado por alegadas influências externas.

Entretanto, fontes no terreno indicam que a situação da empresa se agravou com o bloqueio das contas, havendo relatos de salários em atraso há cerca de três meses, o que tem impactado directamente os trabalhadores.

De acordo as mesmas fontes, caso persista o incumprimento das decisões judiciais, poderão ser accionados novos mecanismos legais, incluindo a penhora de bens da empresa, cenário que poderá comprometer a continuidade das suas operações.

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