João Lourenço autoriza construção do primeiro velódromo de Angola em Benguela em homenagem ao ciclista Pepino
João Lourenço autoriza construção do primeiro velódromo de Angola em Benguela em homenagem ao ciclista Pepino
velodro

O Presidente angolano, João Lourenço, autorizou a abertura do procedimento de contratação simplificada para a construção do primeiro velódromo do país, na província de Benguela, num projecto avaliado em 15,96 milhões de euros, equivalentes a cerca de 16,9 mil milhões de kwanzas ou aproximadamente 18,5 milhões de dólares norte-americanos, ao câmbio de referência do Banco Nacional de Angola.

A infra-estrutura, que deverá homenagear o veterano ciclista angolano Alberto da Silva “Pepino”, falecido em Agosto de 2018, será destinada à prática e desenvolvimento do ciclismo, BMX, cross e salto, segundo o Despacho Presidencial n.º 192/26, de 18 de Maio, publicado em Diário da República.

Além da empreitada principal, o chefe de Estado autorizou igualmente uma despesa adicional de 798 mil euros, correspondente a mais de 846 milhões de kwanzas, para os serviços de fiscalização da obra.

Segundo o documento, a opção pela contratação simplificada é justificada pela necessidade de garantir e optimizar o financiamento externo assegurado para a implementação desta infra-estrutura desportiva especializada.

O despacho presidencial refere ainda que o Estado angolano tem vindo a realizar “um assinalável esforço financeiro” na construção e reabilitação de espaços de formação, lazer e prática desportiva em condições consideradas internacionalmente adequadas.

A construção do velódromo surge numa altura em que o ciclismo ganha maior visibilidade institucional em Angola, coincidindo com várias aparições públicas do Presidente João Lourenço a praticar ciclismo, actividade que o próprio tem promovido como instrumento de saúde e bem-estar.

O futuro velódromo de Benguela será o primeiro equipamento do género em Angola e deverá permitir a realização de competições nacionais e internacionais, além da formação de atletas em modalidades até agora sem infra-estruturas especializadas no país.

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