Homem morre esfaqueado pela companheira em Viana após discussão
Homem morre esfaqueado pela companheira em Viana após discussão
cheno

Um homem de 29 anos morreu na madrugada deste domingo, no município de Viana, em Luanda, alegadamente vítima de um golpe de faca desferido pela companheira durante uma discussão ocorrida na residência do casal, confirmaram fontes familiares e policiais.

A vítima, identificada como Edivaldo Diamantino Chaves Bandeira, mais conhecido por “Cheno”, deixa dois filhos menores.

Segundo informações recolhidas junto de familiares, o casal participou durante a noite numa confraternização familiar antes de regressar à sua residência. Já durante a madrugada, uma discussão terá evoluído para agressões físicas, culminando com um golpe de arma branca na região do peito da vítima.

O ferimento atingiu uma zona vital, provocando a morte de Edivaldo Diamantino Chaves Bandeira ainda no local.

Fontes ligadas às autoridades indicaram que a principal suspeita, identificada como Luciana Roque, foi detida e encontra-se sob custódia da 43.ª Esquadra da Polícia Nacional, onde decorrem os procedimentos de investigação.

Informações preliminares apontam que o conflito poderá ter sido desencadeado por uma situação ocorrida durante o sono, quando a mulher terá pronunciado o nome de outro homem, circunstância que alegadamente originou uma discussão entre o casal. No entanto, as autoridades ainda não confirmaram oficialmente a motivação do crime.

Segundo relatos recolhidos no local, após o início da altercação, a suspeita terá deslocado-se à cozinha da residência, onde se apoderou de uma faca que teria sido utilizada para desferir o golpe fatal.

O caso está a ser investigado pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), que deverá apurar as circunstâncias exactas em que ocorreu o homicídio.

A morte de Edivaldo Bandeira causou consternação entre familiares, amigos e moradores da zona, que descrevem a vítima como um jovem trabalhador e pai de família. O caso deixa igualmente dois filhos órfãos, agravando o impacto social da tragédia.

As autoridades apelam à resolução pacífica dos conflitos familiares e recordam que episódios de violência doméstica continuam a representar uma das principais causas de crimes contra a vida no país.

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