
Funcionários do Regime Geral afectos ao Ministério da Educação denunciam estar há mais de 10 anos sem promoções de categorias profissionais e queixam-se da falta de valorização, dos baixos salários e da ausência de respostas às reclamações apresentadas, soube o Imparcial Press.
Segundo as informações, a situação afecta trabalhadores em todo o território nacional, incluindo funcionários que, apesar de terem elevado o seu nível académico, continuam sem progressão na carreira e a auferir salários considerados insuficientes para fazer face às despesas familiares.
De acordo com os relatos, os trabalhadores já apresentaram várias reclamações às entidades competentes, sem, contudo, obterem respostas concretas sobre a resolução do problema.
A falta de progressão profissional é apontada como uma das principais preocupações dos funcionários, muitos dos quais são pais e encarregados de educação e enfrentam dificuldades para assegurar as necessidades básicas dos seus agregados familiares.
Ao Imparcial Press, os mesmos manifestam descontentamento com a actuação das autoridades e apelam à intervenção do Governo para que sejam encontradas soluções para a situação, questionando a ausência de medidas destinadas a melhorar as condições profissionais e salariais dos visados.
Os funcionários esperam que o Ministério da Educação e os organismos responsáveis pela gestão dos recursos humanos da Administração Pública esclareçam os motivos da alegada paralisação das promoções e informem sobre eventuais medidas para regularizar a progressão nas carreiras.