
Os cofres públicos angolanos estão (praticamente) vazios. O País está num “default financeiro” alarmante. Consequências: perda de acesso ao crédito Internacional e depreciação da moeda nacional.
Aumento da inflação e impacto negativo na vida social e econômica dos cidadãos. O Executivo está a fazer das “tripas coração” para fazer face às despesas correntes. Vê-se grego para honrar os seus compromissos tempestivamente.
Solução: Ficar de cócoras e estender mais uma vez a mão ao Fundo Monetário Internacional (FMI) e ao Banco Mundial (BM). A soberania econômica nacional está em causa. Mais uma vez!
Percebo de Economia tanto quanto Job Capapinha de Administração Pública. Sei de Financas tal como Donald Trump sabe quantas províncias e municípios Angola tem. Por isso, liguei para um amigo economista.
Objectivo: Saber o que leva o um País a ter os seus cofres vazios. Ele disse mais ou menos o que já presumia. Mas nada melhor que ouvir um “experto”.
Explicou-me que a má gestão e a corrupção podem estar na base do esvaziamento dos cofres públicos. O facto de o Executivo abusar do pedido de empréstimos para cobrir as suas despesas também pode ser uma das razões.
O meu amigo sublinhou que os gastos desnecessários e descontrolados feitos pelo Executivo contribuem sobremaneira para zerar os cofres públicos. Ajuntou também que a evasão fiscal e isenções excessivas contribuem igualmente para redução da captação de receitas para os cofres públicos.
Perguntei ao meu amigo se as constantes viagens do Presidente da República acompanhado invariavelmente de um “Batalhão de Infantaria” não contribuíram para o presente estado de “bancarrota” do País. Ele respondeu: Obviamente, obviamente!
Minha conclusão sentença Vossa: Executivo estróina levou o País à falência!
*Jornalista